sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Dans mon ile - Henri Salvador

Dans mon ile - Henri Salvador


Assista o vídeo:



Henri Gabriel Salvador (Caiena, 18 de Julho de 1917, Paris, 13 de Fevereiro de 2008) foi um cantor, compositor e guitarrista francês de jazz. Viveu algum tempo no Hotel Copacabana Palace, na praia de Copacabana na cidade do Rio de Janeiro, onde fez muito sucesso no Cassino da Urca. Henri Salvador é considerado por muitos como um precursor da Bossa Nova. 



quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

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A história da obra: Edgar Degas, "A Carriage at the Races" – veja outras obras relacionadas

Edgar Degas, "A Carriage at the Races", 1872, Oil on canvas, 36.5 x 55.9 cm, Museum of Fine Arts, Boston, US


A história da obra: Edgar Degas, "A Carriage at the Races" – veja outras obras relacionadas

Esta pintura foi uma das primeiras obras que Degas vendeu (em 1872) para Paul Durand-Ruel, o negociante que se tornou o grande marchand dos impressionistas. Não é apenas uma paisagem, mas também uma cena da vida cotidiana e acima de tudo, um retrato de família. O condutor da carruagem é o amigo de Degas, Paul Valpinçon, que é mostrado com sua esposa, uma ama de leite, e no colo da enfermeira, o filho do casal, Henri. Com um título sutilmente irônico - as corridas têm um papel menor na composição - a pintura esteve entre as contribuições do artista para a primeira exposição impressionista em 1874.

Paul Valpinçon era amigo de longa data de Degas, mas era também primo em terceiro grau de Gustave Caillebotte. Paul Valpinçon nasceu em 29 de Outubro de 1834 em Paris, embora a família fosse originalmente da Normandia. A pintura de Degas "Madame Valpinçon" (1865) é provavelmente da esposa de Paul, Marguerite Claire (nascida Brinquant) Valpinçon. Degas também fez pinturas dos filhos de Paul Valpinçon, Henri e Hortense.


Edgar Degas - Portrait of Paul Valpinçon – c. 1855 – óleo sobre tela - 40.32 x 32.39 cm - Minneapolis Institute of Arts


Edgar Degas e Paul Valpinçon tinham uma amizade que começou antes mesmo de os dois se tornarem colegas de classe em 1846. Na verdade, seus pais eram amigos. O pai de Paul, Edouard Valpinçon, desempenhou um papel no desenvolvimento artístico de Degas, incentivando o interesse do jovem artista no pintor neoclássico francês Jean-Auguste-Dominique Ingres. A admiração de Degas por Ingres é aparente na maneira como ele capturou a semelhança de seu amigo neste retrato. Muitos anos mais tarde, a filha de Paul, Hortense, recontou a história da criação do retrato. Ela disse que foi pintado no pátio da casa em Paris de seu avô quando seu pai tinha apenas 21 anos de idade, uma idade que corresponde à data de 1855, inscrita por uma mão desconhecida, no verso da pintura.O retrato permaneceu com Hortense até os anos 1930. Mais tarde foi doada ao The Minneapolis Institute of Arts em 1974.


Edgar Degas – “A Woman Seated beside a Vase of Flowers (Madame Paul Valpinçon?)”  - 1865 – óleo sobre tela - 73.7 x 92.7 cm – The Metropolitan Museum of Art


A justaposição do bouquet em destaque e a figura fora do centro, olhando distraidamente para a direita, exemplifica o objetivo de Degas de capturar indivíduos em situações aparentemente casuais. A modelo é provavelmente a esposa do amigo do artista, Paul Valpinçon, Marguerite Claire (nascida Brinquant) Valpinçon. Degas apreciava muito a casa de campo de seu amigo, Ménil-Hubert, e as dálias e demais flores no buquê sugerem uma visita no final do verão.


Edgar Degas – “Portrait of Mlle. Hortense Valpinçon” – 1871 – óleo sobre tela - 75.57 x 113.67 cm - Minneapolis Institute of Arts


 Edgar Degas – “Portrait of Henri Valpincon as a child with a governess” – 1870


Edgar Hilaire Germain Degas (Paris, 19 de julho de 1834 — Paris, 27 de Setembro de 1917) foi um pintor, gravurista, escultor e fotógrafo francês. É conhecido sobretudo por sua visão particular do mundo do balé. É ainda reconhecido pelos seus célebres pastéis e como um dos fundadores do impressionismo. Muitos dos seus trabalhos conservam-se hoje no Museu d´Orsay, em Paris. 


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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

A história da obra: Henri Matisse – “Luxe, Calme et Volupté”

Henri Matisse – “Luxe, Calme et Volupté” – 1904 – óleo sobre tela - 98.5 cm × 118.5 cm - Musée d'Orsay, Paris, France

A história da obra: Henri Matisse – “Luxe, Calme et Volupté”


O título desta pintura é retirado do refrão do poema de Charles Baudelaire, Convite para uma Viagem (1857), em que um homem convida sua amante para viajar com ele para o paraíso. A maioria das mulheres estão nuas (na forma de um idílio clássico tradicional), mas uma mulher - que provavelmente representa a esposa do pintor - usa vestido contemporâneo. Esta é a única pintura importante de Matisse no estilo Neo-impressionista, e sua técnica foi inspirada no Pontilhismo de Paul Signac e Georges Seurat que Matisse adotou pela primeira vez depois de ler o ensaio de Signac "D'Eugène Delacroix au Néo-impressionisme" de 1898. Ela difere da abordagem de Signac e Seurat, no entanto, na forma em que Matisse delineia as figuras para lhes dar ênfase. A paisagem é provavelmente baseada na vista da casa de Paul Signac em Saint-Tropez (França), onde Matisse e Henri-Edmond Cross estavam de férias. Signac comprou o trabalho, que foi exibido em 1905 no Salon des Indépendants. Matisse abandonou a técnica no ano seguinte e se tornou um dos pioneiros do fauvismo.


Henri-Émile-Benoît Matisse (1869 - 1954) é uma das principais figuras da arte moderna e um dos coloristas mais importantes de todos os tempos. Um desenhista, gravador, escultor e pintor, seus inigualáveis ​​recortes estão entre as mais significativas das últimas obras de qualquer artista. Em uma carreira de mais de meio século, Matisse fez um grande corpo de trabalho. O gênio criativo de Matisse mudou o curso da arte do século XX , suas ideias distintas deixaram sua marca em todos os gêneros artísticos . De todos os temas, o que o atraiu mais foi a figura, especialmente a feminina, que ele incansavelmente representou em todos as mídias ao longo de toda sua carreira.


Paul Signac (Paris, 11 de Novembro de 1863 — 15 de Agosto de 1935) foi um dos desenvolvedores do pontilhismo, colaborando para a técnica obter apelo popular. Signac, de espírito libertário era simpatizante da filosofia anarquista. Filho único de um comerciante (estofador), pode ser considerado um pintor autodidata. Foi Georges Seurat que ensinou a Paul Signac a técnica do Pontilhismo, tendo estes dois artistas sido os principais impulsionadores do chamado Movimento do Divisionismo, também designado por Neo-Impressionismo ou Pontilhismo. Signac pertenceu também ao grupo de artistas designado por Grupo dos XX.


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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Harry Connick Jr. - For Once In My Life



Harry Connick Jr. - For Once In My Life

Harry Connick Jr. (11 de Setembro de 1967, New Orleans, USA) é big-band líder, pianista , ator e compositor. Ele teve dez "número um" álbuns de jazz dos EUA, ganhando mais "número um" álbuns que qualquer outro artista na história do jazz americano. Ele já ganhou três prêmios Grammy e dois Emmy Awards. Atuou em vários filmes, séries de televisão, além de compor a trilha sonora de outros filmes, como "When Harry Met Sally" e musicais da Broadway.


segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

A história da obra de Leonardo Da Vinci – Retrato de Ginevra de’ Benci – com vídeo

Leonardo Da Vinci - "Ginevra de’ Benci" – 1474-1478 -óleo sobre madeira - 38.1 cm × 37 cm  - National Gallery of Art, Washington, D.C., United States


A história da obra de Leonardo Da Vinci – Retrato de Ginevra de’ Benci – com vídeo

Leonardo da Vinci tinha 22 anos quando pintou este retrato de Ginevra de 'Benci, uma jovem nobre florentina, filha de um rico banqueiro, que aos dezesseis anos, casou com Luigi Niccolini em 1474. Ela era conhecida como poetisa e pessoa sociável.
O retrato está entre suas primeiras experiências com tinta a óleo. Algum enrugamento da superfície mostra que ele ainda estava aprendendo a controlar a técnica. Ainda assim, a observação cuidadosa da natureza e sutil tridimensionalidade do rosto de Ginevra apontam inequivocamente para o novo naturalismo com que Leonardo iria transformar a pintura renascentista. Ginevra é modelada com véus de sombra esfumaçada, gradualmente aprofundados, não por linhas, nem por transições bruscas de cor ou luz.
O rosto de Ginevra é enquadrado por folhas de um arbusto de zimbro que se refere à sua castidade, a maior virtude de uma mulher do Renascimento, e também um trocadilho com seu nome. O italiano de zimbro é ginepro.
Outras características do retrato de Ginevra revelam o jovem Leonardo como um inovador. Ele a colocou em um ambiente aberto em um tempo em que as mulheres ainda eram mostradas cuidadosamente protegidas dentro das paredes das casas de suas famílias, com paisagens vislumbradas apenas através de janelas abertas. A pose (com perfil em 3/4 que mostra sua reserva) está entre as primeiras na arte do retrato italiano, para ambos os sexos.


As impressões digitais visíveis na superfície da pintura mostram como o artista usou a mão, bem como uma escova para misturar cores e criar bordas suaves, delicadas.


A grande maioria dos retratos femininos eram encomendados em uma de duas ocasiões: noivado ou casamento. Retratos de casamento tendiam a ser feitos em pares, com a mulher no lado direito. Como Ginevra olha para a direita, é mais provável que este retrato tenha comemorado seu noivado. A sua falta de adornos, no entanto, é algo surpreendente. Joias, brocados de luxo e vestidos elaborados eram parte de uma troca de dotes e exibiam a riqueza de uma família.
Outra probabilidade para a encomenda desse retrato reflete um fenômeno cultural do período da Renascença Italiana: casos de amor platônico entre cavalheiros bem-educados e senhoras. Tais assuntos eram muitas vezes conduzidos de longe, com foco em expressões literárias efusivas que apresentavam sofisticação do cortesão e senhora. Ginevra era conhecida por ter tido vários admiradores que compunham poesia em sua homenagem rogando a ela para compartilhar seus próprios versos com eles. Entre eles estava Lorenzo de Médici, cuja família da elite era conhecida por seu patrocínio da arte. Ainda mais significativo para Ginevra foi Bernardo Bembo, o embaixador veneziano para Florença. Pode ter sido ele quem encomendou o seu retrato para comemorar e substituir o objeto de sua admiração e estima.



No verso da pintura, uma coroa de louro e palma circunda um raminho de zimbro e um pergaminho traz a inscrição em latim, "Beauty Adorns Virtue" (A Beleza Adorna a Virtude) e oferece outro tipo de "retrato". O zimbro central, ginepro em italiano, um cognato do nome de Ginevra e, assim, seu símbolo, também representa a castidade. A palma (à direita) representa a virtude moral, enquanto o louro (esquerda) indica inclinações artísticas ou literárias.
Este é o único retrato de Leonardo da Vinci na América do Norte. Em algum momento de sua história, o painel de madeira foi cortado em até um terço. A parte inferior em falta possivelmente mostrava as mãos e braços de Ginevra, possivelmente dobrados ou cruzados.


Leonardo Da Vinci - verso da pintura "Ginevra de’ Benci" “Wreath of Laurel, Palm, and Juniper with a Scroll inscribed Virtutem Forma Decorat”  - c. 1474/1478


Embora existam no mundo de hoje apenas dez pinturas de Leonardo da Vinci, entre elas estão as pinturas mais conhecidas e mais altamente reverenciadas na tradição ocidental: a Mona Lisa (Musée du Louvre, Paris) e A Última Ceia (Sante Maria della Grazie, Milão). Apesar destes resultados elevados em pintura, Leonardo da Vinci (15 de Abril de 1452 - 2 de Maio de 1519) é reconhecido ainda hoje por seu intelecto extraordinariamente versátil e mente criativa. Igualmente qualificado como escultor, arquiteto, urbanista, inventor, anatomista, estrategista militar, e visionário que antecipou a invenção de aviões, submarinos, e outras tecnologias, séculos antes de sua invenção, ele foi uma das figuras mais influentes do Renascimento na Europa.

Assista o vídeo sobre a obra:


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domingo, 25 de janeiro de 2015

I Charleston SP by Blubell - faça um passeio virtual, musical e dançante por São Paulo, Brasil


I Charleston SP by Blubell - faça um passeio virtual, musical e dançante por São Paulo, Brasil


I Charleston SP by Blubell é uma homenagem à cidade e também o videoclipe da canção Música, da cantora Blubell. O projeto é inspirado no I Charleston the World, movimento que resgata o ritmo dos anos 20 e que já foi feito em diversas cidades do mundo, mas nunca antes em um país da América Latina. As gravações foram feitas entre Dezembro de 2012 e Janeiro de 2013.

Para quem não conhece São Paulo, conseguimos identificar as seguintes locações: 

Marginal de Pinheiros e Ponte Estaiada
Edifício Copan, na Avenida Ipiranga
Avenida 23 de Maio com murais de Kobra
Avenida 9 de Julho
metrô da Linha Amarela
Minhocão
vão livre do Masp, na Avenida Paulista com vista para a Avenida 9 de Julho
Edifício Banespa no centro
estação da Luz de trens da CPTM
estação de metrô da Vila Madalena
Avenida Paulista com o Masp
Beco do Batman na Vila Madalena
Escultura "Monumento às Bandeiras", conhecido como "empurra-empurra" no Ibirapuera
repetição de locações
Praça Amadeu Amaral, no fim da Avenida Paulista com mural do Kobra homenageando o arquiteto Oscar Niemeyer
Teatro Municipal
Viaduto do Chá
repetição de locações
ponte no Parque Trianon da Avenida Paulista
Mube (Museu Brasileiro da Escultura)
Pateo do Colégio
repetição de locações
"Fonte dos Desejos - Glória" na Praça Ramos de Azevedo
"buraco" da Avenida Paulista, esquina das Avenida Rebouças e Avenida Consolação
ponto de ônibus no Conjunto Nacional, na Avenida Paulista
estação de metrô Consolação, na Avenida Paulista
Casa das Rosas na Avenida Paulista
Galeria de arte na Rua Gabriel Monteiro da Silva
Minhocão
Praça Roosevelt
Praça do Por do Sol no Sumaré 

Assista o vídeo:




Pinturas de São Paulo, Brasil

Marcio Schiaz - "Viaduto Santa Ifigênia" - óleo sobre tela

Pinturas de São Paulo, Brasil


Tarsila do Amaral - "São Paulo" - Pinacoteca do Estado de São Paulo


Gregório Gruber - "Avenida Paulista"


José Ferraz de Almeida Junior - "Rua de São Paulo Antigo (Rua da Consolação no século XIX)" 


Marcio Schiaz - "Teatro Municipal de São Paulo" - óleo sobre tela - 100 x 150 cm


Tarsila do Amaral - "São Paulo" 


Marcio Schiaz - "Páteo do Colégio, São Paulo" - óleo sobre tela - 100 x 150 cm


sábado, 24 de janeiro de 2015

Esculturas de Roy Lichtenstein - com vídeo

Roy Lichtenstein – “Blonde” – 1965 – cerâmica pintada - 38,1 x 21 x 20,3 cm


Esculturas de Roy Lichtenstein - com vídeo 


Roy Fox Lichtenstein (Nova Iorque, 27 de outubro de 1923 — Nova Iorque, 29 de setembro de 1997) foi um artista pop americano. Durante os anos 1960, junto com Andy Warhol, Jasper Johns e James Rosenquist, entre outros, se tornou uma figura de liderança no movimento pop art. Seu trabalho definiu a premissa básica da arte pop através de paródia. Favorecendo os quadrinhos como sua principal fonte de inspiração, Lichtenstein usava cores primárias, linhas escuras grossas, balões contendo texto e efeitos sonoros e o pontilhado usado como método de sombreamento. Seu trabalho foi fortemente influenciado pela publicidade popular.

A série “Brushstrokes” de obras de arte, inclui várias pinturas e esculturas cujo tema são as ações feitas com pincel de um pintor de paredes.


Roy Lichtenstein – “Brushstroke” – 1996 – alumínio pintado – 980 x 670 x 180 cm - Hirshhorn Museum and Sculpture Garden, Smithsonian Institution, Washington, D.C., United States


Roy Lichtenstein – “Brushstrokes in Flight” – 1984 - alumínio pintado - Port Columbus International Airport, Columbus, Ohio


Roy Lichtenstein - Expressionist Head – 1980 – bronze pintado e patinado sobre base de madeira pintada  – 139,7 x 113,7 x 45,7 cm – múltiplo com seis edições


Nos anos 1980 e 1990, Lichtenstein criou esculturas de bronze pintado, baseadas em suas pinturas anteriores. “Expressionist Head” estava entre as primeiras dessas adaptações esculturais. Ela reflete as gravuras expressionistas alemãs por suas "anatomias angulares e contornos ousados", mas Lichtenstein trocou seus característicos pontos Ben-Day por listras em suas cores primárias favoritas. Como muitas esculturas de Lichtenstein, este conjunto é essencialmente bidimensional, em vez de volumétrico. As listras só se tornaram comuns em suas obras quando ele começou a trabalhar com esculturas. Em “Expressionista Head” listras acentuam os aspectos lineares da escultura. Como quase todas as 20 esculturas produzidas até 1980, esta começou como um desenho a lápis e em seguida, uma maquete de madeira artesanal, que estabeleceu o molde para a fundição em bronze, pelo processo de cera perdida. 


Roy Lichtenstein – “El Cap de Barcelona (The Head)” - 1991–1992 – concreto e cerâmica – 19,51 m


“El Cap de Barcelona” (em catalão) é uma escultura feita para os Jogos Olímpicos de Verão de 1992 em Barcelona, Espanha. É uma interpretação abstrata de uma cabeça de mulher. Embora seja abstrata, é claro que a escultura foi feita para se assemelhar à cabeça e o rosto de uma mulher. Ela é composta de peças grossas de concreto completamente cobertas por azulejos de mosaico vermelho, amarelo, azul, preto e branco, e de longe parece uma pintura. Parte do rosto está coberto por pontos vermelhos, típicos do estilo pop-art de Lichtenstein.
Semelhante às esculturas “Brushstrokes” do início dos anos oitenta, a escultura parece ter sido pintada com algumas pinceladas rápidasde tinta. A diferença entre elas é que as peças “Brushstrokes” foram criadas em alumínio pintado, enquanto “El Cap de Barcelona” é a sua única peça feita em concreto e coberta de mosaicos. A razão para esta diferença é que “El Cap de Barcelona” foi construída para assemelhar-se ao estilo de Antonio Gaudi, um arquiteto espanhol, que é famoso por empregar linhas orgânicas e mosaicos ao longo de sua arquitetura, pela qual Barcelona é conhecida. 


Roy Lichtenstein – “Mermaid” – 1979 – concreto, aço, poliuretano, esmalte, palmeira e água – 640 x 730 x 330 cm - Fillmore Miami Beach at Jackie Gleason Theater, Miami Beach


 A sereia reclinada descansa sobre ondas azuis adjacentes a uma palmeira. Em contraste com o cenário tropical em geral sereno, Licthenstein inclui cinzentas nuvens de aço. Na época, a arte pública em larga escala era algo novo para Lichtenstein. O trabalho foi considerado como uma extensão de sua pintura em forma pública e não como uma tentativa de produzir arte escultural. A incorporação de uma palmeira e uma piscina cheia de água, fez “Mermaid” ser considerada como "deslumbrantemente boba e provocativa".


Roy Lichtenstein  - "Small Explosion (Desk Explosion)" – 1965 - esmalte sobre aço – 55 cm


Roy Lichtenstein  - “Cup of Coffee” – 1965 – cerâmica


 Roy Lichtenstein – “Mirror I” – 1976 – bronze pintado e patinado - 112.71 cm x 63.82 cm x 29.53 cm - Collection SFMOMA, © Estate of Roy Lichtenstein


Roy Lichtenstein – “House I” - 1996/1998 – alumínio pintado – 290 x 450 x 130 cm - National Gallery of Art Sculpture Garden, Washington, D.C.


“House I” utiliza ilusão de ótica para brincar com a perspectiva. Para apreciar o efeito completo, andar a um ritmo constante ao longo do arco da calçada que passa em frente e quase perpendicular à escultura, com a cabeça virada para um lado, de frente para a escultura. A casa vai parecer girar no espaço, como a casa do filme "O Mágico de Oz". 

Assista o vídeo que mostra a ilusão de ótica:




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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Corinne Bailey Rae - Bluebird



Corinne Bailey Rae - Bluebird


Essa canção faz parte de”The Art Of McCartney”, um projeto muito especial que comemora um dos compositores mais universalmente aclamados de todos os tempos, Sir Paul McCartney. As músicas de Paul McCartney executadas por grandes artistas.


12 Pinturas com pássaro azul (real ou imaginário) - Paintings with blue birds

"The Blue Bird" - Marc Chagall – 1968

12 Pinturas com pássaro azul (real ou imaginário) - Paintings with blue birds


“A Bird Passing Through a Cloud” - Georges Braque – 1957 


“Blue Bird (Bird Sirin)” - Sergey Solomko


Blue Parrots - August Macke


"Plate 102 Blue Jay" - John James Audubon


 “Couple on a Red Background” - Marc Chagall - 1983


“Blue Bird Pumpkin” - Paul Klee - 1939


“Blue Bird on Money” - Jean-Michel Basquiat - 1981


“Pássaro” - Aldemir Martins - 1986


Pablo Picasso - "Faun, horse and bird" – 1936 - aquarela e tinta sobre papel - 44.2 x 54.4 cm - Musée Picasso, Paris, France  


“Frangipani and Humming Bird – Japanese: Summer” - Brett Whiteley - 1988


“The Blue Fiddler” - Marc Chagall - 1947





terça-feira, 20 de janeiro de 2015

A história da obra de arte: O Espelho de Vênus, de Edward Burne-Jones – com análise da obra e vídeo

O Espelho de Vênus - Edward Burne- Jones – 1875 – óleo sobre tela – 120 x 200 cm – Museu Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal

A história da obra de arte: O Espelho de Vênus, de Edward Burne-Jones – com análise da obra e vídeo

O artista cria uma configuração quase sobrenatural de sonho e cena em que ele tenta provocar tanto contemplação quanto emoção no espectador. À primeira vista, a situação parece simplista em sua natureza esteticamente agradável. Burne- Jones simplesmente apresenta ao espectador dez belas garotas ou mulheres aqui, a maioria das quais olham para os seus reflexos em um lago com lírios. O artista não cria uma cena de ação complexa,  mas sim de passividade, delicadeza e emoção. A única complexidade significativa da cena está na reação emocional de cada mulher para a imagem em particular que ela vê. Enquanto muitas delas olham ansiosamente seus próprios reflexos, algumas parecem indiferentes, algumas felizes e uma ou duas até parecem descontentes com a sua própria imagem que aparece diante delas. Ainda outras, no entanto, nem sequer olham para sua própria imagem. Burne- Jones no entanto escolhe complicar a cena sutilmente, chamando as atenções para a garota alta vestida de azul. Talvez o elemento mais marcante da pintura como um todo , essa mulher chama a atenção para a postura , o tipo e a expressão de "Vênus de Boticelli" em "O Nascimento de Vênus" de 1485 (veja a obra abaixo). Ao invés de se agachar para ver a imagem dela na água, ela atrai o olhar, não só do espectador, mas também da garota ajoelhada à sua esquerda e da garota sentada no lado direito da composição. A diferença na expressão destas duas moças ao olhar para ela, serve como uma complicação digna de nota. Enquanto a mulher na sua esquerda olha para o seu rosto com admiração por sua beleza , a mulher sentada olha para ela com uma expressão que faz o espectador perceber o ciúme e, talvez, aborrecimento. Aqui, Burne- Jones apresenta não só uma cena de sonho em que meninas bonitas olham para seus reflexos em contemplação e narcisismo, mas também uma cena que contém complexidades humanas e sociais realistas. Porque nem todos podem se satisfazer com a sua própria beleza, mas alguns precisam olhar para a beleza  de outros com reverência ou com inveja.

“O Nascimento de Vênus” -  Sandro Botticelli – 1485 – têmpera sobre tela - 280 x 180 cm - Galleria degli Uffizi, Florença, Itália


Pode-se entender o tema da composição como uma exaltação da beleza ideal. O pintor recorre a um discurso narrativo mínimo, colocando figuras poéticas e sonhadoras, que envergam trajes pseudo-clássicos, em distribuição linear, à maneira de friso, de inspiração grega. Mais do que uma semelhança formal de estilo, Burne-Jones procura uma afinidade geral de ambiente renascentista. Clara sugestão do Quattrocento, de Botticelli em particular, a tela privilegia a harmonia decorativa do conjunto e cria, deliberadamente, uma evocação nostálgica do passado. A composição deriva de uma ilustração destinada a "The Hill of Venus", integrado no poema "The Earthly Paradise", de William Morris, inspirado na lenda medieval de "Tannhäuser" (a lenda conta a história de Tannhäuser, um menestrel que se deixa seduzir por uma mulher mundana, de nome Vênus, contrariando assim a defesa do torneio dos trovadores a que ele pertence de que o amor deve ser sublime e elevado).

Sir Edward Coley Burne-Jones (Birmingham, 28 de agosto de 1833 – Londres, 17 de junho de 1898) foi um artista e designer inglês, envolvido no rejuvenescimento da tradição de vitrais na Inglaterra. As suas obras incluem as janelas de Birmingham Cathedral, a igreja de St Martin's, em Brampton, Cumbria, entre outras. Integrado ao movimento pré-rafaelita formado na Inglaterra em 1848, com grande influência do pintor Dante Gabriel Rossetti. Depois disso, Sir Edward Burne-Jones tornou-se um dos grandes nomes de uma nova tendência surgida na década de 1860, designada por Aestheticism. Além de pintura e vitrais, Burne-Jones trabalhou em vários tipos  de arte, incluindo o design de azulejos de cerâmica, jóias, tapeçarias, mosaicos e ilustrações de livros.

Assista o vídeo com obras de Edward Burne-Jones:

https://youtu.be/Uw4qhpPWfGk 



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domingo, 18 de janeiro de 2015

Marx Brothers - "The Big Store - The chase" - uma perseguição alucinante e cômica



Marx Brothers - "The Big Store - The chase" - uma perseguição alucinante e cômica

The Big Store (1941) é um filme de comédia dos Irmãos Marx em que Groucho, Chico e Harpo trabalham para salvar a Loja de Departamentos Phelps, de propriedade de Martha Phelps. Groucho interpreta um detetive. The Big Store foi o último dos cinco filmes a equipe fez sob contrato com a Metro-Goldwyn-Mayer e foi anunciado como o seu filme final. No entanto, eles voltariam para a tela em Uma Noite em Casablanca (1946) e Amor Feliz (1949).
Os Irmãos Marx foi um grupo de irmãos comediantes que fizeram teatro, cinema e televisão. Chico (Leonard Marx, 22 de março de 1887 - 11 de outubro de 1961), Harpo (Adolph Arthur Marx, 23 de novembro de 1888 - 28 de setembro de 1964), Groucho (Julius Henry Marx, 2 de outubro de 1890 - 19 de agosto de 1977), Gummo (Milton Marx, 23 de outubro de 1892 - 21 de abril de 1977), e Zeppo, (Herbert Marx, 25 de fevereiro de 1901 - 30 de novembro de 1979).

Nos anos 20 os Irmãos Marx se tornaram um dos grupos teatrais favoritos nos Estados Unidos. Com seu aguçado e bizarro senso de humor, satirizaram instituições como a alta sociedade e a hipocrisia humana. Sob a gerência de Chico e a direção criativa de Groucho, o vaudeville dos irmãos os tornou famosos na Broadway. Os espetáculos dos Irmãos Marx se tornaram populares quando Hollywood fez a mudança do cinema mudo para o cinema falado. Em 1933, Zeppo e Gummo pararam de atuar, tornando-se agentes de atores.

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Maroon 5 - "Sugar" - lançamento (wedding crashers - penetras de casamento)



Maroon 5 - "Sugar" - lançamento (wedding crashers - penetras de casamento)


sábado, 17 de janeiro de 2015

“The Gallery of Archduke Leopold in Brussels” - David Teniers the Younger – veja a obra de Viena em detalhes, de forma interativa

“The Gallery of Archduke Leopold Wilhelm in Brussels” - David Teniers the Younger – 1651 – óleo sobre cobre - 104.8 × 130.4 cm - Museo Nacional del Prado, Madrid


“The Gallery of Archduke Leopold in Brussels” - David Teniers the Younger – veja a obra de Viena em detalhes, de forma interativa, clicando sobre o link ao final desse artigo


O Arquiduque Leopold Wilhelm da Áustria (05 de janeiro de 1614 - 20 novembro de 1662) foi um comandante militar austríaco, o governador da Holanda Espanhola (território, correspondente em sua maior parte à Bélgica e ao Luxemburgo contemporâneos) em  1647-1656, e um patrono das artes. Nascido em Wiener Neustadt, ele era o filho mais novo do Imperador Ferdinand II e Maria Anna da Baviera (1574-1616), filha de William V, Duque da Baviera. Seu irmão mais velho tornou-se o Imperador Fernando III (1608-1657). Leopold serviu como general na Guerra dos Trinta Anos e da Guerra Franco-Espanhola (1635-1659).
Quando assumiu o governo da Holanda Espanhola, Leopold Wilhelm, sendo um grande amante da arte, empregou vários pintores, incluindo o grande pintor flamengo David Teniers “o mais novo”, que ele não só empregou como um pintor, mas como guardião da coleção de pinturas que ele estava formando. Com a classificação e título de "ayuda de camara" Teniers fixou seu domicílio em Bruxelas, pouco depois de 1647. Imensas somas foram gastas na aquisição de pinturas para o arquiduque. Muitas obras valiosas de mestres italianos, agora no Museu de Viena, vieram da galeria de Leopold, depois de terem pertencido a Charles I e ao Duque de Buckingham. Ele contratou o pintor britânico John Michael Wright para viajar para a Inglaterra de Cromwell, e adquirir arte e artefatos.

“Archduke Leopold Wilhelm of Austria” - David Teniers the Younger - 1650s


Quando Leopold retornou a Viena em 1655, sua coleção de pinturas foi transferida para a Áustria e continha mais de 1.400 pinturas, concentradas nos pintores italianos do século anterior. Teniers fez um grande número de pinturas (vistas, por assim dizer) de seleções e arranjos de grupos de cerca de 50 das pinturas. Estas pinturas são os precursores dos modernos catálogos de exposição dos museus, embora as obras em tais coleções nunca tenham sido expostas ao público na época. Esta coleção permaneceu praticamente intacta e constitui a base da coleção do Museu de História da Arte de Viena. Foi a primeira grande coleção a abrir as suas portas ao público (em 1781). Leopold legou sua galeria para seu sobrinho Leopold I, que depois tornou-se propriedade imperial. É agora parte do Museu Kunsthistorisches de Viena.
Teniers catalogou as obras italianas proeminentes da coleção (243) em um livro (Theatrum Pictorium) para o qual forneceu informações juntamente com uma gravura de cada imagem. Publicado de início às suas próprias custas, foi de certa forma o início da história da arte e apreciação da arte.

David Teniers the Younger 

David Teniers “o mais novo” (15 de dezembro de 1610 - 25 de abril de 1690) foi um artista flamengo nascido em Antuérpia, filho de David Teniers, “o Velho”. Seu filho David Teniers III e seu neto David Teniers IV eram igualmente pintores. Sua esposa Anna, nascida Anna Brueghel, era a filha de Jan Brueghel, “o Velho”, e neta de Pieter Bruegel, “o Velho”. Foi um pintor flamengo do período barroco. David Teniers procurava dar a seus quadros um toque humano, caloroso, às vezes com uma pitada de humor. Foi aluno do pai, o pintor David Teniers, “o Velho”, e de Adriaen Brouwer. Altamente apreciado em vida, especializou-se em cenas de gênero da vida camponesa.

David Teniers fez vários desses retratos de galerias. Na tela acima, do Museu do Prado, o Arquiduque (de chapéu alto) é retratado mostrando aos visitantes a riqueza de seus quadros, a maioria deles venezianos, quase a metade deles de Ticiano. Outros venezianos representados são: Giorgione, Antonello da Messina, Palma Vecchio, Tintoretto, Bassano e Veronese. Também há Mabuse, Holbein, Bernardo Strozzi, Guido Reni e Rubens. A escultura de apoio da mesa, representando Ganimedes, é um bronze por Duquesnoy, o Jovem. O próprio Teniers é representado como a figura da extrema-esquerda. É dito que Velazquez emprestou o dispositivo da porta semi-aberta na parte de trás da imagem para a sua Las Meninas, pelo menos Las Meninas pode ser entendido como um quadro semelhante, projetado para ilustrar o patrocínio iluminado do patrono e o orgulho correspondente do artista da corte. A pintura foi presenteada a Filipe IV da Espanha pelo Archduke Leopold Wilhelm antes de 1653.


“The Gallery of Archduke Leopold in Brussels” - David Teniers the Younger – 1639 – óleo sobre tela – 96 x 128 cm - Staatsgalerie im Neuen Schloss, Vienna

Clique sobre o link abaixo para ver a obra de forma interativa. Clique sobre cada tela para abri-la em tamanho maior com a devida descrição: 


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quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Série Van Gogh: Borboletas

Vincent Van Gogh – "Two White Butterflies" – 1889 - Van Gogh Museum, Amsterdam

Série Van Gogh: Borboletas

Borboletas é uma série pinturas feitas por Vincent van Gogh em 1889 e 1890. Van Gogh fez algumas pinturas de borboletas e uma de mariposa. Para Van Gogh, a metamorfose da lagarta em borboleta é simbólica da capacidade dos homens e das mulheres para a transformação.

A diferença entre borboletas e mariposas: as borboletas são mais coloridas e voam durante o dia. As asas das borboleta não são ligadas e dobram juntas quando estão em posição de repouso. As mariposas não são muito coloridas, voam à noite e têm asas ligadas. Há algumas exceções, no entanto, como alguns tipos de mariposas coloridas.

As borboletas são encontrados na arte e na literatura, muitas vezes como símbolos da liberdade, transformação e vida. Van Gogh utilizou borboletas em suas obras, como um símbolo de esperança.
Uma de suas metáforas favoritas era sobre as possibilidades transformadoras. Em uma carta a sua irmã Wil, Van Gogh diz que "ele como um pintor deve pintar quadros, possivelmente algo mais virá depois disso". Quando precisava de consolo, a natureza era o lugar onde Van Gogh ia para encontrar a paz.


Vincent Van Gogh – "Grass and Butterflies" – 1889 – Van Gogh Museum


Van Gogh chegou a Arles, no sul da França, quando tinha cerca de 35 anos de idade. Lá ele começou a produzir alguns dos seus melhores trabalhos. As pinturas de girassóis, as mais reconhecidas pinturas de Van Gogh, foram criadas nessa época. Este foi provavelmente um dos períodos mais felizes da vida de Van Gogh. Ele estava confiante e aparentemente contente.


Vincent Van Gogh – "Great Peacock Moth" – 1889 - Van Gogh Museum, Amsterdam


Durante um ano, de Maio de 1889 a Maio de 1890, Van Gogh foi voluntariamente admitido no asilo em Saint-Rémy, que fica perto de Arles. Durante esse tempo, ele foi muitas vezes restrito a trabalhar no interior do recinto do asilo. Lá ele pintou árvores cobertas de hera, lilases e lírios do jardim.
Em maio 1889 Van Gogh começou a trabalhar em "Great Peacock Moth" que ele apelidou como "Mariposa da Cabeça da Morte". A mariposa chamada "cabeça da morte", é uma mariposa noturna raramente vista. Ele descreveu as cores da grande mariposa "de incrível distinção, preto, branco cinzento, tingido de carmim ou vagamente obscurecendo  em verde oliva". Por trás da mariposa há um fundo de flores. O tamanho da mariposa e das plantas ao fundo atraem o espectador para o trabalho. As cores são vivas, de acordo com a paixão de Van Gogh e intensidade emocional. Este trabalho também tem o título "Emperor Moth" no Museu Van Gogh.


Vincent Van Gogh – "Poppies and Butterflies" – 1890 - Van Gogh Museum, Amsterdam


"Poppies and Butterflies" sugere uma qualidade decorativa como a de um tecido, comparado com as gravuras japonesas que ele admirava.


Vincent Van Gogh – "Long Grass with Butterflies" – 1890 - National Gallery, London


"Long Grass with Butterflies" ou "Meadow in the Garden of Saint-Paul Hospital" é uma vista de um jardim abandonado com grama alta e ervas daninhas no terreno do asilo. O trabalho foi feito no final de sua estadia em Saint-Rémy.


Em 1888, Van Gogh também trabalhou em um "estudo de espinhos empoeirados, com uma inumerável multidão de borboletas brancas e amarelas", mas a pintura foi perdida.


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