Mostrando postagens com marcador movie. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador movie. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 31 de outubro de 2025


     6.000.000 de VISUALIZAÇÕES!!!

Muito obrigada a todos que acessam, comentam e compartilham minhas postagens!

Arteeblog no Facebook:  www.facebook.com/arteeblog

Arteeblog no Instagram:  @arteeblog

Arteeblog no X (Twitter):  @arteeblog







quarta-feira, 10 de janeiro de 2024


 5.000.000 de VISUALIZAÇÕES!!!

Muito obrigada a todos que acessam, comentam e compartilham minhas postagens!

Arteeblog no Facebook:  www.facebook.com/arteeblog

Arteeblog no Instagram:  @arteeblog

Arteeblog no X (Twitter):  @arteeblog










quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

3.000.000 de VISUALIZAÇÕES!!!


 

3.000.000 de VISUALIZAÇÕES!!!

Muito obrigada a todos que acessam, comentam e compartilham minhas postagens!

Arteeblog no Facebook:  www.facebook.com/arteeblog

Arteeblog no Instagram:  @arteeblog

Arteeblog no Twitter:  @arteeblog


segunda-feira, 18 de março de 2019

2.000.000 de VISUALIZAÇÕES!!!


2.000.000 de VISUALIZAÇÕES!!!

Muito obrigada a todos que acessam, comentam e compartilham minhas postagens!

Arteeblog no Facebook:  www.facebook.com/arteeblog 

Arteeblog no Instagram:  @arteeblog

Arteeblog no Twitter:  @arteeblog

domingo, 30 de dezembro de 2018

Feliz Ano Novo! Happy New Year!



Feliz Ano Novo! Happy New Year!

Joy, peace and achievements to all of you who follow us, like, comment and share our posts! Thank you!




segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Análise dos retratos de Elizabeth Taylor, de Andy Warhol

Andy Warhol – Liz #6, 1963 – tinta acrílica e tinta de serigrafia em linho – 101,6 x 101,6 cm – San Francisco Museum of Modern Art, San Francisco, CA, USA



Análise dos retratos de Elizabeth Taylor, de Andy Warhol


Andy Warhol – Liz #3, Early Colored Liz, 1963 – tinta acrílica e tinta de serigrafia em linho – 101,6 x 101,6 cm – Art Institute of Chicago, USA


Essa série de retratos da atriz extremamente bem-sucedida Elizabeth Taylor foi feito quando ela estava no auge de sua carreira. Nestes retratos, Warhol usou uma fotografia de publicidade para o filme protagonizado por Taylor, “Butterfly 8”, como base para a serigrafia. É típico do estilo pop de Warhol dos anos 1960, com blocos planos de cores vibrantes.

Warhol quis dar uma aparência de produção em massa feita de maneira mecânica em suas obras nessa época. Quando ele descobriu o processo e as implicações de trabalhar com a técnica de serigrafia, o conteúdo da produção de Warhol como pintor tornou-se inextricavelmente ligado ao processo pelo qual ele criou sua arte. Para Warhol, as imperfeições visíveis, não eram sinais de uma técnica mal executada, mas sim boas indicações de como o acaso influenciou seu trabalho. Warhol não estava atrás de um resultado de uma imagem perfeita, ele queria o imediatismo trashy de uma foto de tabloide.


Andy Warhol – Silver Liz, 1963 – tinta acrílica e tinta de serigrafia em linho – 101,6 x 101,6 cm – coleção particular


A dama Elizabeth Rosemond Taylor, DBE (27 de fevereiro de 1932 - 23 de março de 2011) foi uma atriz, empresária e humanitária britânico-americana. Ela começou sua carreira como atriz infantil no início da década de 1940 e foi uma das estrelas mais populares do cinema clássico de Hollywood a partir da década de 1950, permanecendo uma figura pública bem-sucedida pelo resto de sua vida. Liz, como era mais conhecida, foi considerada uma das mulheres mais bonitas de todos os tempos. Sua marca registrada são os traços delicados de seu rosto e seus olhos de cor azul-violeta, uma cor rara, emoldurados por sobrancelhas desenhadas e espessas, de cor negra. Ao longo de sua vida, os relacionamentos pessoais de Taylor receberam constante atenção da mídia. Ela foi casada oito vezes com sete homens, sofreu doenças graves e levou um estilo de vida “jet set”, incluindo a posse de uma das mais caras coleções privadas de joias. Foi uma celebridade cercada por intenso glamour, carinho de fãs e muito luxo. Seu talento e beleza impressionavam qualquer pessoa. Foi diva eterna dos anos de ouro do cinema norte-americano.

Andy Warhol, nascido Andrej Varhola, Jr. (Pittsburgh, 6 de agosto de 1928 — Nova Iorque, 22 de fevereiro de 1987), foi uma figura maior do movimento Pop Art. Além das serigrafias, Warhol também utilizava outras técnicas, como a colagem e o uso de materiais descartáveis, não usuais em obras de arte. As abordagens inovadoras do Ilustrador, cineasta, fotógrafo, pintor, modelo e até produtor musical Andy Warhol para fazer arte ainda influenciam a arte contemporânea e a cultura. Ele desafiou as fronteiras tradicionais entre arte e vida, arte e negócios e em todos os tipos de mídia. No processo, ele transformou a vida cotidiana em arte e a arte em uma maneira de viver o cotidiano. Obcecado com a celebridade e a cultura de consumo, Andy Warhol criou algumas das mais icônicas imagens do século 20. Ele também ficou famoso por suas frases, como: “No futuro, todos serão famosos por 15 minutos”. Algumas de suas obras mais célebres são: “32 Campbell´s Soup Can” de 1962 e retratos de Marilyn Monroe, usando a técnica de silkscreen. Ele também foi mentor dos artistas Keith Harring e Jean-Michel Basquiat. Seu estilo Pop-Art tem adeptos até os dias atuais, como Richard Prince, Takashi Murakami e Jeff Koons, entre outros.


Andy Warhol e Liz Taylor


Esse blog possui um artigo sobre gravuras, onde a técnica de silkscreen (ou serigrafia) é descrita. Para ver, clique sobre o link abaixo:



Andy Warhol – Liz #1, Early Colored Liz, 1963 – tinta acrílica e tinta de serigrafia em linho – 101,6 x 101,6 cm – coleção particular


Esse blog possui mais artigos sobre Andy Warhol. Clique sobre os links abaixo para ver:





Texto escrito e/ou traduzido e/ou adaptado ©Arteeblog - não copie esse artigo sem autorização desse blog, mas por favor o compartilhe, usando os ícones de compartilhamento para e-mail ou redes sociais. Obrigada.



terça-feira, 12 de julho de 2016

500.000 VISUALIZAÇÕES!!! Muito obrigada a todos que acessam, comentam e compartilham nossas postagens!



500.000 visualizações!!! Muito obrigada a todos que acessam, comentam e compartilham nossas postagens!

Estamos no Facebook:  www.facebook.com/arteeblog 

Estamos no Instagram:  @arteeblog

Estamos no Twitter:  @arteeblog e @arteeblog3


sexta-feira, 8 de julho de 2016

Como foi feita a famosa cena de Fred Astaire dançando nas paredes em “Royal Wedding”



Como foi feita a famosa cena de Fred Astaire dançando nas paredes em “Royal Wedding”



Royal Wedding (Casamento Real) é um filme de 1951 da Metro-Goldwyn-Mayer, no gênero comédia musical, estrelado por Fred Astaire e Jane Powell, com música de Burton Lane e letras de Alan Jay Lerner. O filme foi dirigido por Stanley Donen. A história se passa em Londres, em 1947, na época do casamento da princesa Elizabeth com Philip Mountbatten, duque de Edimburgo. Astaire e Powell são irmãos em um duo de música e dança, ecoando a relação teatral da vida real de Fred e Adele Astaire. No filme, em um de seus mais conhecidos solos, Astaire dança nas paredes e tetos de seu quarto porque ele se apaixonou por uma mulher bonita, que também adora dançar.

A cena com a música "You're All the World to Me" (Você é todo o mundo para mim) foi filmada através da construção de um cenário dentro de um barril rotativo com a câmera e seu operador amarrado, podendo girar 360 graus juntamente com o quarto, enquanto Astaire dançava, permanecendo sempre na posição vertical como o quarto girando em torno dele. Então, como é que ele faz isso? O quarto no vídeo realmente gira como uma unidade, e todos os móveis foram pregados nas paredes e teto. Além disso, a câmera permanece conectada à sala de rotação, fazendo parecer como se os dançarinos estivessem desafiando a gravidade.

Veja como foi feita uma das mais espetaculares cenas de cinema, numa época em que não haviam computadores e os efeitos especiais eram feitos com enorme imaginação e engenhosidade. Clique sobre os vídeos abaixo para assistir a cena, como aparece no filme e como foi feita:





Fred Astaire (10 de Maio de 1899 - 22 de Junho de 1987) era um dançarino, cantor, ator, coreógrafo, músico e apresentador de televisão norte-americano. Sua carreira no palco, cinema e televisão abrangeu um total de 76 anos, com 31 filmes musicais, gravações e vários especiais de televisão. Como dançarino, ele é lembrado por seu senso de ritmo, seu perfeccionismo lendário, e como o parceiro de dança de Ginger Rogers, com quem co-estrelou uma série de dez musicais de Hollywood que transformaram o gênero. Recebeu inúmeros prêmios como o Oscar, Emmy Award, Golden Globe, entre outros.



Texto escrito e/ou traduzido e/ou adaptado ©Arteeblog - não copie esse artigo sem autorização desse blog, mas por favor o compartilhe, usando os ícones de compartilhamento para e-mail ou redes sociais. Obrigada.


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Sergio Mendes & Brasil `66 – The Look of Love




Sergio Mendes & Brasil `66 – The Look of Love

A canção The Look of Love foi composta por Burt Bacharach e Hal David e cantada por Dusty Springfield no filme de paródia de James Bond, Casino Royale de 1967, recebendo uma nomeação para o Oscar. A música já foi gravada por inúmeros artistas, entre eles: Nina Simone, Andy Williams, Isaac Hayes, Tony Bennett, Diana Krall. O filme Casino Royale foi estrelado por Peter Sellers, Ursula Andress, David Niven, Woody Allen e Orson Welles entre outros.

Sérgio Santos Mendes (Niterói, Rio de Janeiro, 1941) é um músico e compositor brasileiro de bossa nova. Sérgio Mendes começou com o Sexteto Bossa Rio, gravando o disco "Dance Moderno" em 1961. Viajando pela Europa e pelos Estados Unidos, gravou vários álbuns, chegando a tocar no Carnegie Hall. Mudou para os EUA em 1964. Foi nos Estados Unidos que começou o grupo Sérgio Mendes & Brasil 66, alcançando sucesso. As vocalistas do grupo eram Lani Hall e Bibi Vogel. Tem mais de trinta discos lançados, e o mais recente deles conta com participações especiais de, entre outros, Stevie Wonder e Black Eyed Peas.

Assista o trailer do filme Casino Royale:





Texto escrito e/ou traduzido e/ou adaptado ©Arteeblog - não copie esse artigo sem autorização desse blog, mas por favor o compartilhe, usando os ícones de compartilhamento para e-mail ou redes sociais. Obrigada.


quinta-feira, 18 de junho de 2015

Você gosta de arte, romance, drama, comédia, aventura?



Você gosta de arte, romance, drama, comédia, aventura? Tudo isso está nas histórias das obras de arte e dos artistas, que você encontra nos artigos de www.arteeblog.com 

Siga a página www.facebook.com/arteeblog e receba as postagens com essas histórias, além de lindas fotos de arte, música, cinema, exposições  e cultura. Obrigada.

Do you like art, romance, drama, comedy, adventure? All of this is in the stories of the works of art and artists that you find in the articles of www.arteeblog.com 

Follow www.facebook.com/arteeblog and receive posts from these stories, and beautiful pictures of art, music, film, exhibitions and culture. Thank you.

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Série Arteeblog: Arte e Cinema - Norman Rockwell, George Lucas e Steven Spielberg

Steven Spielberg

Série Arteeblog: Arte e Cinema - Norman Rockwell, George Lucas e Steven Spielberg



Como o trabalho de um amado artista americano ajudou a moldar o trabalho de dois dos maiores diretores de cinema de Hollywood: o trabalho de Norman Rockwell teve uma profunda influência sobre Steven Spielberg e George Lucas, começando quando eram meninos, inspirados por suas ilustrações das capas do jornal Saturday Evening Post. Rockwell era o artista americano por excelência de sua geração, criando cenas que capturavam momentos decisivos na vida. . . e sonhos do que está à frente. Eles são os cineastas americanos por excelência de sua geração, criando cenas que capturam momentos decisivos na vida. . . e sonhos do que está à frente. As coleções somam juntas mais de 50 obras.

George Lucas

Foi Lucas quem começou a colecionar Rockwell , que segundo ele, foi capaz de resumir uma história e fazer você querer ler a história, e realmente compreender quem eram as pessoas, quais os seus motivos, tudo em um pequeno quadro. Steven Spielberg, disse que não podia acreditar que alguém que ele conhecia tinha uma pintura a óleo pela mão deste grande ícone americano. Ele disse que então saiu e comprou um Rockwell maior!


Norman Rockwell – Shadow Artist – 1920 – óleo sobre tela – coleção George Lucas

"Shadow Artist" (Artista da Sombra) geralmente está pendurado no escritório de Lucas: "É o anfitrião, utilizando luz e movimento", disse ele, "que é onde começou a nossa indústria".


Norman Rockwell - Boy on High Dive - The Saturday Evening Post, August 16, 1947 – óleo sobre tela - 89 x 68,5 cm – coleção de Steven Spielberg

"Boy on a High Dive" (Garoto no Trampolim) geralmente está no escritório de Spielberg, que disse: “Este é o Rockwell que, cada vez que eu estou pronto para fazer um filme, para comprometer-me a dirigir um filme, sou eu, é o sentimento em meu estômago, antes de dizer "sim" a um filme. Porque cada filme é como olhar do alto de um trampolim de três metros".


Norman Rockwell - "Gary Cooper as the Texan" – 1930 – da coleção de Steven Spielberg

O próprio Rockwell era fascinado com filmes, passando um tempo em Hollywood, onde ele retratou Gary Cooper no local, para a tela "The Texan". E Rockwell, famoso por seu senso de humor, se deliciaria ao ver que um dos machões que ele pintou em 1935 tem uma notável semelhança com o personagem Indiana Jones, da colaboração Lucas-Spielberg de 1981, "Os Caçadores da Arca Perdida".


Norman Rockwell - The Flirts - The Saturday Evening Post, July 26, 1941- óleo sobre tela – 86,5 x 68,5 cm – coleção de Steven Spielberg

A pintura "The Flirts" de 1941 poderia ser um prelúdio para o filme '"American Graffiti" de Lucas, lançado 32 anos depois.


Norman Rockwell - Charwomen in Theater - The Saturday Evening Post, April 6, 1946 - carvão vegetal sobre papel -  101,6 x 79 cm – coleção de George Lucas

“Charwomen in Theater” mostra um momento de intimidade compartilhado entre duas mulheres mais velhas que trabalham de madrugada em um lugar que elas não podem freqüentar. George Lucas observou: "Para elas é mais do que apenas um trabalho. Elas estão interessadas no lugar onde elas trabalham. Você pode imaginá-las espiando e assistindo shows, observando os ensaios. Você pode imaginá-las se sentindo orgulhosas de trabalharem no teatro".
Rockwell compunha seus trabalhos da mesma maneira como um diretor de cinema configura uma filmagem, escolhendo os adereços, organizando a iluminação, até fazendo um teste com seus modelos, para se certificar de que eles iriam atuar nos papéis que deviam desempenhar em seus quadros".


Norman Rockwell - Movie Starlet and Reporters - The Saturday Evening Post, March 7, 1936 - óleo sobre tela - 89 x 81 cm - coleção de Steven Spielberg

“Movie Starlet and Reporters” já foi descrito como um retrato de Jean Harlow sendo entrevistada, mas a modelo foi provavelmente Mardee Hoff, a filha de outro artista das capas do Post. Hoff esperava entrar no cinema, e seu rosto era familiar, das revistas e anúncios de jornal. No dia em que a capa de Rockwell chegou às bancas, três empresas de cinema a procuraram, e dentro de duas semanas ela estava na Califórnia sob contrato com a Twentieth Century-Fox.


Norman Rockwelll - Boy Reading Adventure Story - The Saturday Evening Post, November 10, 1923 – óleo sobre tela - 76 x 61 cm – coleção de George Lucas

“Boy Reading Adventure Story” é sobre o poder  que a palavra escrita tem, para transportar uma criança para uma terra e tempo distantes. George Lucas comentou: "É uma pintura que celebra a literatura, a magia que acontece quando você lê uma história, e a história ganha vida para você". Ao trabalhar em Star Wars, ele disse, "Eu percebi que você ainda pode sentar e sonhar com terras exóticas e estranhas criaturas."

"Eu acho que ele deixou um legado que nunca será esquecido", disse Lucas. "Você sabe, muitos artistas têm uma tendência a pintar sem emoção, sem qualquer conexão com o público. E tanto Steve quanto eu somos emocionais e nós amamos nos conectar com o público".

Steven Allan Spielberg (Cincinnati, 18 de dezembro de 19461 ) é o diretor que mais tem filmes na lista dos 100 Melhores Filmes de Todos os Tempos, feita pelo American Film Institute. Ele é considerado um dos cineastas mais populares e influentes da história do cinema. Spielberg venceu o Oscar de Melhor Diretor duas vezes por Schindler's List e Saving Private Ryan, também venceu o Oscar de Melhor Filme por Schindler's List. Suas obras mais conhecidas são Jaws, Raiders of the Lost Ark, Indiana Jones and the Temple of Doom, Indiana Jones and the Last Crusade, E.T. the Extra-Terrestrial, Jurassic Park, Schindler's List, Saving Private Ryan, Catch Me If You Can, War of the Worlds e Lincoln. George Walton Lucas Jr., (Modesto, 14 de Maio de 1944) é um produtor cinematográfico, roteirista e cineasta, norte-americano. Lucas é mundialmente famoso pelas franquias Guerra nas Estrelas e Indiana Jones. Está entre as pessoas mais ricas e influentes do mundo.

Norman Rockwell (Nova Iorque, 3 de fevereiro de 1894 — Stockbridge, Massachusetts, 8 de novembro de 1978) era muito popular nos Estados Unidos, especialmente em razão das 323 capas da revista The Saturday Evening Post que realizou durante mais de quatro décadas, e das ilustrações de cenas da vida americana nas pequenas cidades. Pintou os retratos dos presidentes Eisenhower, John Kennedy, Lyndon Johnson e Richard Nixon, assim como de outras importantes figuras mundiais. Um de seus últimos trabalhos foi o retrato da cantora Judy Garland, em 1969.

Texto escrito e/ou traduzido e/ou adaptado ©Arteeblog - não copie esse artigo sem autorização desse blog, mas compartilhe usando os ícones de compartilhamento para e-mail ou redes sociais.


quinta-feira, 14 de maio de 2015

Algumas fotos vintage do Festival de Cinema de Cannes

Romy Schneider, Alain Delon e Sophia Loren, Cannes, 1962

Algumas fotos vintage do Festival de Cinema de Cannes

O Festival de Cinema de Cannes foi criado em 1946, conforme concepção de Jean Zay. É um dos mais prestigiados e famosos festivais de cinema do mundo. Acontece todos os anos, no mês de maio, na cidade francesa de Cannes. O "Mercado do Filme" (Marché du Film) é realizado em paralelo ao festival.
No final dos anos 1930, chocado pela ingerência dos governos fascistas alemão e italiano na seleção dos filmes da Mostra de Veneza, Jean Zay, ministro da Instrução Pública e de Belas Artes, propõe a criação, em Cannes, de um festival cinematográfico de nível internacional. Em junho de 1939, Louis Lumière aceita ser o presidente da primeira edição do festival, que deveria acontecer do 1 ao 30 de setembro. A declaração de guerra da França e do Reino Unido à Alemanha em 3 de setembro põe fim prematuramente a essa decisão, apesar de o prêmio ter sido atribuído ao filme "Union Pacific", de Cecil B. DeMille. A primeira edição do festival aconteceu realmente em 1946. Em 1955, foi introduzida pelo comitê organizador a Palma de Ouro como prêmio principal do evento. Antes desta data, ele era conhecido como Grand Prix du Festival International du Film.


Brigitte Bardot (no centro da foto) e Robert Mitchum durante o Festival de Cannes em 1953 


Doris Day e seu esposo Marty Melcher relaxam ao sol na praia de Cannes, quando participaram do Festival de Cinema de 1955 - Image by © Bettmann/CORBIS


Grace Kelly em Cannes para o Festival Internacional de Cinema de 1955. Nesta viagem ela conheceu o príncipe Rainier de Mônaco com quem casou




Romy Schneider e Alain Delon, Cannes, 1959


Natalie Wood e Warren Beatty posam para os fotógrafos na praia durante o Festival de Cannes em 1962 - Photo by Paul Schutzer/Time & Life Pictures/Getty Images


Alfred Hitchcock e Tippi Hedren no Festival de Cannes de 1963


Joanne Woodward e Paul Newman, Cannes, 1973


Arnold Schwarzenegger, o ator de cinema que se tornou famoso como o Mr. Universe, na praia de Cannes, durante o Festival de Cinema, com as garotas do Folies Bergere - Photo by Keystone/Getty Images




Jodie Foster, Robert De Niro e Harvey Keitel, Cannes, 1976


Francis Ford e Sofia Coppola, Cannes, 1979


Texto escrito e/ou traduzido e/ou adaptado ©Arteeblog - não copie esse artigo sem autorização desse blog, mas compartilhe usando os ícones de compartilhamento para e-mail ou redes sociais.


domingo, 18 de janeiro de 2015

Marx Brothers - "The Big Store - The chase" - uma perseguição alucinante e cômica



Marx Brothers - "The Big Store - The chase" - uma perseguição alucinante e cômica

The Big Store (1941) é um filme de comédia dos Irmãos Marx em que Groucho, Chico e Harpo trabalham para salvar a Loja de Departamentos Phelps, de propriedade de Martha Phelps. Groucho interpreta um detetive. The Big Store foi o último dos cinco filmes a equipe fez sob contrato com a Metro-Goldwyn-Mayer e foi anunciado como o seu filme final. No entanto, eles voltariam para a tela em Uma Noite em Casablanca (1946) e Amor Feliz (1949).
Os Irmãos Marx foi um grupo de irmãos comediantes que fizeram teatro, cinema e televisão. Chico (Leonard Marx, 22 de março de 1887 - 11 de outubro de 1961), Harpo (Adolph Arthur Marx, 23 de novembro de 1888 - 28 de setembro de 1964), Groucho (Julius Henry Marx, 2 de outubro de 1890 - 19 de agosto de 1977), Gummo (Milton Marx, 23 de outubro de 1892 - 21 de abril de 1977), e Zeppo, (Herbert Marx, 25 de fevereiro de 1901 - 30 de novembro de 1979).

Nos anos 20 os Irmãos Marx se tornaram um dos grupos teatrais favoritos nos Estados Unidos. Com seu aguçado e bizarro senso de humor, satirizaram instituições como a alta sociedade e a hipocrisia humana. Sob a gerência de Chico e a direção criativa de Groucho, o vaudeville dos irmãos os tornou famosos na Broadway. Os espetáculos dos Irmãos Marx se tornaram populares quando Hollywood fez a mudança do cinema mudo para o cinema falado. Em 1933, Zeppo e Gummo pararam de atuar, tornando-se agentes de atores.

Texto escrito e/ou traduzido e/ou adaptado ©Arteeblog - não copie esse artigo sem autorização desse blog, mas compartilhe usando os ícones de compartilhamento para e-mail ou redes sociais.



sábado, 20 de dezembro de 2014

“Mr. Turner” – filme - lançamento – leia e assista os vídeos


“Mr. Turner” – filme - lançamento – leia e assista os vídeos

“Mr. Turner” é um filme que explora os últimos 25 anos da vida do excêntrico pintor britânico JMW Turner (1775-1851).

Profundamente afetado pela morte de seu pai, amado por uma empregada, ele tem uma relação com uma dona de casa que mora à beira-mar, com quem ele eventualmente vive incógnito. Ao longo destes anos, ele viaja, pinta, convive com a aristocracia do País, visita bordéis, é um membro popular e anárquico da Royal Academy of Arts, se amarra ao mastro de um navio para que possa pintar uma tempestade de neve, e é ao mesmo tempo celebrado e insultado pelo público e pela realeza.

Se você imagina pintura de paisagem como um processo etéreo e delicado que envolve um cavalete em uma encosta e um pôr do sol, o filme “Mr. Turner” será uma grande surpresa. Os métodos de Turner parecem menos como pintura, do que como um ataque sobre a tela, mas os resultados são nevoeiros e neblinas cercando naufrágios, locomotivas a vapor soltando fogo, tudo banhado pela mais surpreendente luz. O diretor Mike Leigh permite que você veja essa incandescência como Turner viu: em todos os lugares.


Joseph Mallord William Turner – “The Fighting Temeraire” – 1839 – óleo sobre tela -  121.9 x 90.8 cm - National Gallery, London, UK

(O navio de 98 canhões “Temeraire” desempenhou um papel de destaque na vitória de Nelson na Batalha de Trafalgar, em 1805. Depois disso ele ficou conhecido como o “Temeraire de combate". O navio permaneceu em serviço até 1838, quando foi desarmado e rebocado de Sheerness para Rotherhithe para ser desmontado.)

O que ele vê, por exemplo, em uma excursão num barco à remo com outros artistas, para ver um navio de guerra de três mastros sendo rebocado ao porto para ser transformado em mesas e cadeiras? Os outros vêem o pôr do sol, mastros do navio e o fim de uma era. Turner vê o rebocador movido a vapor e novos começos. A pintura dessa cena “The Fighting Temeraire” , tornou-se sua maior obra-prima.

Você começa a ver as portas e janelas no filme como molduras em torno de imagens cinéticas que Leigh coloca dentro delas: navios à deriva, encostas cobertas por nuvens ocre.

Direção e script: Mike Leigh. Ator (J.M.W. Turner): Timothy Spall
Lançado na Inglaterra em 19/12/2014 – Previsão de lançamento no Brasil: Fevereiro de 2015

Assista os vídeos:




Texto escrito e/ou traduzido e/ou adaptado ©Arteeblog - não copie esse artigo sem autorização desse blog, mas compartilhe usando os ícones de compartilhamento para e-mail ou redes sociais.



sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Anunciada a produção de novo filme da série James Bond e lançamento de novo modelo Aston Martin DB10 a ser utilizado no filme, além da apresentação do elenco da produção


Anunciada a produção de novo filme da série James Bond e lançamento de novo modelo de automóvel Aston Martin DB10 a ser utilizado no filme, além da apresentação do elenco da produção.

A montadora de automóveis inglesa Aston Martin lançou novo modelo a ser dirigido pelo Agente 007 com produção de mais 10 unidades a serem produzidas.

O novo filme, "Spectre" foi anunciado pelo produtor Sam Mendes em cerimônia de apresentação do elenco e do automóvel em Londres. A produção iniciará agora e o lançamento do filme está previsto para Outubro de 2015.

Assista o vídeo de apresentação:


sexta-feira, 21 de novembro de 2014

The Graduate - Mrs. Robinson Music Video - homenagem a Mike Nichols




The Graduate - Mrs. Robinson Music Video -  - homenagem a Mike Nichols

Mike Nichols (Berlim, 6 de novembro de 1931 - Nova York, 20 de novembro de 2014) foi um cineasta americano, uma das poucas pessoas do meio do cinema que ganhou prêmios nas quatro mais importantes premiações do showbizz americano: Oscar, Emmy, Grammy e Tony.

Ele começou sua carreira nos anos de 1950. Em 1968 ele ganhou o Oscar de Melhor Diretor pelo filme The Graduate. Dentre seus outros filmes destacam-se Quem Tem Medo de Virginia Woolf?, Carnal Knowledge,Working Girl, além da minissérie de televisão Angels in America. Ele também foi produtor teatral.

The Graduate (A Primeira Noite de um Homem) é um filme de 1967, uma comédia romântica dirigida por Mike Nichols e estrelada por Dustin Hoffman, Anne Bancroft e Katharine Ross. O filme também ficou conhecido, entre outros motivos, pela trilha sonora composta pela dupla de músicos folk Simon & Garfunkel (na qual lançariam canções que se tornariam sucessos da música pop como The Sound of Silence e Mrs. Robinson) e por ter iniciado a carreira do então desconhecido Dustin Hoffman. 


sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Salvador Dali & Walt Disney – “Destino” – o curta metragem surreal

 Dali e Disney: era o "Destino" (Foto: Arquivo)

Salvador Dali & Walt Disney – “Destino” – o curta metragem surreal

Em 1946, Salvador Dalí colaborou com os animadores da Walt Disney em “Destino”, uma animação surrealista que foi planejada mas não concluída devido a preocupações orçamentais. “Destino” não seria concluída até 2003, 58 anos depois, quando Roy Disney ressuscitou o projeto. Nem Walt Disney, que morreu em 1966, nem Dali, morto em 1989, chegaram a ver o filme.

O curta de seis minutos segue a história de amor de Chronos (da mitologia grega) e o amor malfadado que ele tem por uma mulher mortal. A história continua com a mulher dançando, com o cenário surreal inspirado por pinturas de Dalí. Não há diálogo, mas a trilha sonora inclui música do compositor mexicano Armando Dominguez.

Clique sobre o vídeo abaixo para assistir:






sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Mostra de cinema: Robert Wise – diretor de “A Noviça rebelde” e “Amor Sublime Amor”, entre outros - veja vídeos ao final do artigo

A Noviça Rebelde (The Sound of Music)

Mostra de cinema: Robert Wise – diretor de “A Noviça rebelde” e “Amor Sublime Amor”, entre outros - veja programação e vídeos ao final do artigo

Entre os dias 4 e 26 de outubro, o Centro Universitário Maria Antonia, em parceria com o CINUSP Paulo Emílio, recebe a mostra Robert Wise, em homenagem ao centenário do diretor norte americano. A entrada é franca (70 lugares).


Robert Wise 1914 – 2005  


Um dos diretores mais bem-sucedidos no cinema clássico de Hollywood, Robert Wise teria completado cem anos de idade no último dia 10 de setembro. Sua história de vida se mistura com o período áureo de Hollywood, e seu trabalho inclui experiências em quase todos os gêneros cinematográficos.


A Noviça Rebelde (The Sound of Music)


Ao longo de mais de cinquenta anos de carreira como diretor, Robert Wise dirigiu trinta e nove filmes e construiu uma expressiva trajetória dentro do mundo do cinema. Além de ter sido indicado ao Oscar pela montagem de Cidadão Kane e pela direção de Eu quero viver!, Wise conquistou duas vezes, simultaneamente, os prêmios da academia de melhor diretor e melhor filme pelos musicais Amor, Sublime Amor, em 1962 (com Natalie Wood e Richard Beymer), e A Noviça Rebelde, em 1966 (com Julie Andrews e Christopher Plummer).


Amor Sublime Amor (West Side Story)


A mostra é um tributo que reúne diversas obras de qualidade de um mesmo diretor, e ao mesmo tempo, também convida aqueles que ainda não conhecem o seu trabalho a apreciarem seus filmes, que ficaram imortalizados na história do cinema clássico americano.


Amor Sublime Amor (West Side Story)


Centro Universitário Maria Antonia USP – Rua Maria Antonia,  258 e 294 (quase esquina da Avenida Higienópolis), Vila Buarque, São Paulo
Tel.: (11) 3123-5200

Programação:

4/10, sábado
18h
Helena de Tróia (Estados Unidos/Itália, 1956, 118 min.)
20h30
Desafio do Além(Estados Unidos/Reino Unido, 1963, 112 min.)

5/10, domingo
18h
A maldição do Sangue da Pantera (Estados Unidos, 1944, 70 min.)
20h
O Enigma de Andrômeda (Estados Unidos, 1971, 131 min.)

12/10, domingo
16h30
A Noviça Rebelde (Estados Unidos, 1965, 174 min.)
20h
Dois na Gangorra (Estados Unidos, 1962, 119 min.)

17/10, sexta
20h30
Terrível Suspeita (Estados Unidos, 1951, 93 min.)

18/10, sábado
18h
O Dirigível de Hindenburg (Estados Unidos, 1975, 125 min.)
20h30
Um Homem e dez Destinos (Estados Unidos, 1954, 104 min.)

19/10, domingo
18h
Marcados pela Sarjeta (Estados Unidos, 1956, 113 min.)
20h30
Punhos de Campeão (Estados Unidos, 1949, 73 min.)

24/10, sexta
20h30
Ratos do Deserto (Estados Unidos, 1953, 88 min.)

25/10, sábado
16h30
O Canhoeiro do Yang-Tsé (Estados Unidos, 1966, 182 min.)
20h
O Mar é o nosso Túmulo (Estados Unidos, 1958, 93 min.)

26/10, domingo
18h
O Dia em que a Terra Parou (Estados Unidos, 1951, 92 min.)
20h
Jornada nas Estrelas: o Filme (Estados Unidos, 1979, 132 min.)


*Todos os filmes tem a direção de Robert Wise

Assista os vídeos:





Texto escrito e/ou traduzido e/ou adaptado ©Arteeblog - não copie esse artigo sem autorização desse blog, mas compartilhe usando os ícones de compartilhamento para e-mail ou redes sociais.


segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Hollywood Costume - exposição de figurinos de filmes em Los Angeles

Caçadores da Arca Perdida, 1981 - reprodução 20th Century Fox


Hollywood Costume - exposição de figurinos de filmes - em Los Angeles


Mary Poppins, 1964 - reprodução 20th Century Fox


 A exposição multimídia Hollywood Costume, (no histórico Edifício Wilshire May Company, a futura sede do Academy of Motion Pictures Museum no Wilshire Boulevard e Fairfax Avenue, em Los Angeles), foi organizada pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas e o Victoria and Albert Museum de Londres, (onde foi exposta em 2012)



Moulin Rouge - reprodução 20th Century Fox



Shakespeare Apaixonado, 1998 - reprodução 20th Century Fox


Com mais de 150 figurinos e entre eles, 58 levaram algum Oscar, sendo 25 pelo figurino. As roupas são combinadas com citações e entrevistas em vídeo com designers, atores e diretores como Alfred Hitchcock, Martin Scorsese, Tim Burton e Quentin Tarantino.


Star Wars, Episode VI, Return of the Jedi - Kill Bill, Vol. 1 - Dick Tracy - Bonnie and Clyde



Titanic, 1997 - reprodução 20th Century Fox


Esta exposição explora o papel central dos Figurinos, do glamouroso ao muito sutil, como uma ferramenta essencial de narrativa cinematográfica. A exposição reúne os figurinos mais icônicos do mundo do cinema, da Era de Ouro até o presente.



Marie Antoinette, Dangerous Liasons, Shakespeare In Love, Elizabeth 1 - foto Richard Harbaugh, AMPAS


Avatar - reprodução 20th Century Fox


Esta exposição inovadora leva os visitantes a uma viagem não-cronológica por quatro galerias que contam a história de figurino desde Charlie Chaplin (The Tramp, 1912) até Man ​​of Steel (James Acheson e Michael Wilkinson, 2013). Hollywood Costume inclui montagens, animação, clipes de filmes e projeções, apoiadas por uma música especialmente composta para o evento, pelo compositor britânico Julian Scott.


Charles Chaplin - The Tramp



Kill Bill, Vol. 1 - reprodução Miramax


Hollywood Costume tem curadoria de Deborah Nadoolman Landis, figurinista indicada ao Oscar®. A exposição é acompanhada por uma completa gama de programas relacionados com a exposição, incluindo projeções, debates com os estilistas, e programas educacionais.


The Wizard of Oz - reprodução Warner Bros.


Até 2 de Março de 2015
The Wilshire May Company Building - 6067 Wilshire Boulevard, esquina das Avenidas Wilshire e Fairfax, Los Angeles 90036
Tel.: 310-247-3049

Assista os vídeos:

http://youtu.be/xMn10gg6Ieg




Texto escrito e/ou traduzido e/ou adaptado ©Arteeblog - não copie esse artigo sem autorização desse blog, mas compartilhe usando os ícones de compartilhamento para e-mail ou redes sociais.