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sábado, 16 de dezembro de 2017

Análise de “Color Study: Squares with Concentric Rings” de Wassily Kandinsky

Wassily Kandinsky - Color Study: Squares with Concentric Rings (Estudo de Cores: Quadrados com Anéis Concêntricos), 1913 – aquarela, guache e crayon sobre papel – 23,9 x 31,5 cm – Städtische Galerie im Lenbachhaus, Munich


Análise de “Color Study: Squares with Concentric Rings” de Wassily Kandinsky


Quadrados com Círculos Concêntricos (Farbstudie - Quadrate und konzentrische Ringe), é um dos trabalhos mais famosos de Kandinsky. E é um pequeno estudo sobre como diferentes combinações de cores são percebidas. Kandinsky fez aquarelas e estudos práticos sobre a relação entre cor e forma, em preparação para as grandes composições abstratas que ele pintou. Nesse trabalho, ele aplicou camadas de aquarela em anéis concêntricos que se tocam nas bordas, transformando uns aos outros no processo. Esses estudos tinham uma abordagem metódica e sistemática sobre a teoria das cores, que Kandinsky mais tarde usou como professor no Instituto de Cultura Artística de Moscou entre 1920 e 1922 e também na Bauhaus, a escola de arte e arquitetura de Berlim, em Weimar, Alemanha, entre 1923 e 1933.

Para Kandinsky, a cor significava mais do que apenas um componente visual de uma imagem, é sua alma. Em seus livros, ele descreveu sua própria perspectiva sobre como as cores interagem entre si e com o espectador. Kandinsky dizia poder "ouvir cores" e "ver sons".

“A cor é o teclado, os olhos são as harmonias, a alma é o piano com muitas cordas. O artista é a mão que toca, tocando uma tecla ou outra, para causar vibrações na alma” – Wassily Kandisnsky

Wassily Wassilyevich Kandinsky (Moscou, 4 de dezembro de 1866/16 de dezembro pelo calendário gregoriano - 13 de dezembro de 1944) foi um pintor russo e teórico da arte. Na década de 1910, Kandinsky desenvolveu seus primeiros estudos não figurativos, sendo por isso considerado o primeiro pintor ocidental a produzir uma tela abstrata. Ele estudou Direito e Economia na Universidade de Moscou, e declinou a carreira de professor de Direito para estudar Arte em Munich. Em 1902 Kandinsky expôs pela primeira vez com a Secessão de Berlim e produziu suas primeiras xilogravuras. Em 1903 ele começou a viajar para a Itália, Holanda e África do Norte e visitou a Rússia. Expôs no Salon d'Automne em Paris a partir de 1904. Ele retornou a Moscou em 1914, após a eclosão da Primeira Guerra Mundial. Kandinsky não simpatizava com as teorias oficiais sobre a arte da Moscou comunista e voltou para a Alemanha em 1921. Lá, ensinou na escola Bauhaus de arte e arquitetura de 1922 até os nazistas a fecharem em 1933. Em seguida, mudou-se para a França, onde viveu o resto da sua vida, tornando-se um cidadão francês em 1939 e produzindo algumas das suas mais importantes obras de arte.

Esse blog possui um artigo sobre Gabriele Münter, uma companheira de Kandinsky, e a história do casal. Clique sobre esse link para ver:


Esse blog possui mais artigos sobre Kandinsky. Clique sobre os links abaixo para ver:




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quinta-feira, 10 de março de 2016

Piet Mondrian, sua arte e sua história

Piet Mondrian - Composition with Red, Blue and Yellow, 1930 – óleo sobre tela – 46 x 46 cm - Kunsthaus Zürich, Suiça 


Piet Mondrian, sua arte e sua história


Piet Mondrian – Autorretrato, 1900 – óleo sobre tela – 50,4 x 39,7 cm - Philips Collection, Washington DC, USA


Piet Mondrian em seu ateliê, 1944 – foto: Fritz Glarner


Piet Mondrian - Along the Amstel, 1903 – óleo sobre cartão - 31 x 41 cm - Gemeentemuseum Den Haag, Holanda


Pieter Cornelis "Piet" Mondriaan - após 1906 Mondrian (07 de março de 1872 - 01 de fevereiro de 1944), foi um pintor holandês. Mondrian foi introduzido à arte muito cedo. Seu pai era um professor de desenho e com seu tio, Frits Mondriaan, muitas vezes Piet pintava e desenhava ao longo do rio Gein. Depois de uma educação estritamente protestante, em 1892, Mondrian entrou para a Academia de Belas Artes, em Amsterdã. Começou sua carreira como professor, e também pintava. Sua obra a partir deste período é naturalista ou impressionista, consistindo em grande parte de paisagens. Estas imagens pastorais de seu país natal retratam moinhos de vento, campos e rios, inicialmente na forma impressionista holandesa da Escola de Haia e, em seguida, em uma variedade de estilos e técnicas que atestam a sua busca por um estilo pessoal. Estas pinturas mostram a influência de diversos movimentos artísticos, incluindo pontilhismo e as cores vivas do fauvismo.


Piet Mondrian - Willow Grove: Impression of Light and Shadow, c. 1905, oil on canvas, 35 × 45 cm, Dallas Museum of Art


Piet Mondrian - Evening; Red Tree, 1908–10 – óleo sobre tela - 70 × 99 cm - Gemeentemuseum Den Haag, Holanda


Piet Mondrian - View from the Dunes with Beach and Piers, Domburg, 1909 – óleo e lapis sobre cartão - Museum of Modern Art, New York City


A influência do cubismo marca um ponto de virada na carreira de Mondrian. Em 1912, ele mudou para Paris, que era o centro florescente de mundo da arte avant-garde, e sob a influência das obras de Picasso, Braque, e outros, mudou de um estilo Neo-impressionista representacional para abstrações modernas. O cubismo analítico deu a Mondrian a estrutura necessária para reduzir suas paisagens a seus elementos mais básicos de linha e forma. Ele fez uso da grade cubista, reduzindo suas imagens de árvores e edifícios a uma estrutura esquematizada. No entanto, ao contrário dos cubistas, Mondrian desejava ressaltar o nivelamento da superfície da pintura, em vez de aludir a três dimensões de profundidade ilusionista, como os cubistas representavam.


Piet Mondrian - The Gray Tree, 1911 – óleo sobre tela - 79.7 x 109.1 cm - Haags Gemeentemuseum, The Hague, Netherlands


Piet Mondrian - Still Life with Gingerpot 2, 1912 – óleo sobre tela - 91.5 x 120 cm - Haags Gemeentemuseum, The Hague, Netherlands


Piet Mondrian - Composition with Oval in Color Planes II, 1914 – óleo sobre tela - Haags Gemeentemuseum, The Hague, Netherlands


Após a Primeira Guerra Mundial, ele floresceu na atmosfera do pós-guerra de Paris, o que lhe permitiu liberdade criativa pura. Após a eclosão da Segunda Guerra Mundial, mudou-se para Manhattan, NY, onde passou o resto de sua vida. Era em seu estúdio em Manhattan que se sentia mais criativo, e no qual ele criou suas grandes obras-primas.


Piet Mondrian - Farm near Duivendrecht, c. 1916 – óleo sobre tela - 86.3 x 107.9 cm – Art Institute Chicago


Piet Mondrian - Tableau I, 1921 – óleo sobre tela - 96.5 x 60.5 cm - Museum Ludwig, Cologne, Germany


Piet Mondrian - Lozenge Composition with Red, Gray, Blue, Yellow, and Black, 1925 – óleo sobre tela - National Gallery of Art, Washingon, DC, USA


Mondrian foi um dos fundadores do movimento artístico e grupo De Stijl, que foi fundado em 1917 por Theo van Doesburg com artistas e arquitetos, desenvolvendo uma forma não-representacional denominada neoplasticismo, que era composta por um fundo branco, sobre o qual era pintada uma grade de linhas pretas verticais e horizontais e a inclusão das três cores primárias. Um teórico e escritor, Mondrian acreditava que a arte refletia a espiritualidade subjacente da natureza.
Mondrian representava o mundo em seus elementos verticais e horizontais básicos, as duas forças opostas essenciais: o positivo e o negativo, a dinâmica e a estática, o masculino e o feminino. O equilíbrio dinâmico de suas composições reflete o que ele via como o equilíbrio universal dessas forças.


Piet Mondrian - Composition with Red, Yellow and Blue, 1942 – óleo sobre tela – 72,7 x 69,2 cm – Tate Modern, London


Vestidos "Mondrian" por Yves Saint Laurent, com uma pintura, em 1966


Vestidos "Mondrian" por Yves Saint Laurent, 1965


Ele simplificou os temas de suas pinturas para os elementos mais básicos, a fim de revelar a essência da energia mística no equilíbrio de forças que governam a natureza e o universo. Seu equilíbrio assimétrico e um vocabulário pictórico simplificado foram cruciais no desenvolvimento da arte moderna, e seus icônicos trabalhos abstratos permanecem influentes e familiares na cultura popular.


Piet Mondrian - Broadway Boogie Woogie, 1943 – óleo sobre tela – 127 x 127 cm - Museum of Modern Art, New York, USA

Esta tela apresenta o clímax na perseguição ao longo da vida de Mondrian de transmitir a ordem em que assenta o mundo natural através de formas puramente abstratas em um plano de imagem plana. Ampliando o uso de seu vocabulário pictórico de base de linhas, quadrados e cores primárias, a grade preta foi substituída por linhas de cor intercalados com blocos de cor sólida. Esta, e suas outras últimas pinturas abstratas, mostram uma energia nova, revitalizada, que foi diretamente inspirada pela vitalidade de Nova York e o ritmo da música jazz. A distribuição assimétrica dos quadrados coloridos dentro das linhas amarelas ecoa o ritmo variado de vida na metrópole agitada. Quase se pode ver as pessoas correndo pela calçada enquanto táxis se apressam de farol em farol. Broadway Boogie-Woogie não só alude à vida dentro da cidade, mas também anuncia o desenvolvimento do papel de Nova York como o novo centro de arte moderna após a Segunda Guerra Mundial. A última pintura concluída de Mondrian, demonstra sua contínua inovação estilística, enquanto se manteve fiel às suas teorias e formato.


Assista um vídeo que mostra a evolução na arte de Mondrian, através de animação:





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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Homenagem a Tomie Ohtake - assista o vídeo

Tomie Ohtake 

Homenagem a Tomie Ohtake (Quioto, 21 de Novembro de 1913 - São Paulo, 12 de Fevereiro de 2015)

“Não gosto de coisas pequenas, nem de pintar com a ponta dos dedos. Uso o corpo todo” - Tomie Ohtake

Tomie Ohtake é considerada a “dama das artes plásticas brasileiras” pela carreira consagrada, construída ao longo dos últimos cinqüenta anos, e pelo estilo ímpar de enfrentar a obra e a vida, nas quais força e suavidade têm o mesmo significado. A fama conquistada, desde a década de 60, nunca modificou o desafio a que se propõe: o eterno reinventar.


Tomie Ohtake - Sem título - 1953 - óleo sobre tela - 54 x 65 cm


A capacidade de renovação de Tomie está expressa nas diferentes fases de sua pintura e nas suas composições de gravura e escultura. É dessa intenção intuitiva permanente que brotam o frescor e o esplendor de sua arte celebrada pela crítica e pelo público até hoje, com sua vigorosa produção recente. “Sua poética ao invés de declinar, germina em outras direções e aos 89 anos, de Tomie Ohtake pode-se dizer que o outono cede espaço à primavera”, escreve o crítico Agnaldo Farias (abril, 2003).


Tomie Ohtake - Sem Título - 1954 - óleo sobre tela
A partir de 1953, as obras começam a tomar um caminho mais abstrato. Figuras dão lugar a formas e campos de cor, organizados sobre malha geométrica. "A abstração permite uma maior liberdade para se organizar o espaço da tela", disse a artista em entrevista em 2006


Nascida no Japão (Kioto/1913), Tomie chega ao Brasil em 1934 e só começa a pintar aos 40 anos de idade, construindo uma trajetória como poucos artistas brasileiros conseguiram. Os anos 60, quando se naturalizou brasileira, foram decisivos para a sua maturação como pintora originária da abstração informal. O domínio da esfera técnica de seu trabalho foi então confluindo com sua personalidade, passando a servi-la plenamente. O controle do processo coincidiu com uma nova orientação dada progressivamente ao trabalho, segundo o qual ela foi substituindo a imaterialidade aparente de suas telas pelo estudo da relação forma-cor.


Tomie Ohtake sendo apresentada por Pietro Maria Bardi á Rainha Elisabeth II da Inglaterra no dia da inauguração do Masp (Museu de Arte de São Paulo) em 7 de Novembro de 1968, em São Paulo, Brasil


Tomie Ohtake recebendo o Prêmio Probel de Pintura no Museu de Arte Moderna de São Paulo em novembro de 1960. À direita, Ciccillo Matarazzo. Foto: Athayde de Barros


Entre formas ovais, retangulares, cruciformes, quadradas - sugerindo a idealidade de uma figura geométrica ou de um signo qualquer – colocadas isoladamente, justapostas ou em série, ficava sempre preservada a ambigüidade perturbadora entre elas e o espaço da tela. Efeito que se obtém, por exemplo, na tensão entre a forma que se agiganta até praticamente encobrir o espaço; na maneira como este espaço insinua-se pelas frestas da forma; enfim, no confronto incessante entre esses dois termos e que se acentua, já nos anos 70, quando finalmente o espaço branco é tomado pela cor e se apresenta como forma.


A linha tubular suspensa de Tomie Ohtake na 23ª Bienal (1996). No térreo, obra de Anish Kapoor. No primeiro pavimento à esquerda, obra de Jesús Rafael Soto e ao fundo, no terceiro andar, painel de Sol Lewitt. Foto: Fernando Chaves


Tomie Ohtake - Sem título -1964 - óleo sobre tela 
No decorrer da década de 60, pinceladas gestuais passam a ser substituídas por áreas mais delimitadas. Formas retangulares e quadradas começam a ser mais frequentes em sua obra, dialogando com o abstracionismo geométrico 


A linha curva, em associação a uma refinada fatura cromática, mais difusa e “cósmica”, como a ela se refere o crítico Miguel Chaia, introduz sobretudo a partir dos anos 80, novas referências ao trabalho da artista: da alusão à natureza e suas formas orgânicas; do céu às sementes; da paisagem às frutas; do sensual ao francamente sexual. As telas, ao invés dos planos coloridos chapados, são compostas de manchas justapostas e sobrepostas, solução que as transforma em campos em transformação constante. Dos anos 90 em diante, a transparência e a profundidade se acentuam e a pintura de Tomie parece emanar do espaço sideral.


Tomie Ohtake - "Ondas" - Escultura comemorativa dos 80 anos de imigração japonesa no canteiro central da Avenida 23 de Maio, São Paulo, Brasil  (1988)


Tomie Ohtake - Sem titulo - 1991 - acrílico sobre tela
Entre o final da década de 80 e os anos 90, pinceladas e texturas voltam a ser elemento importante da produção de Tomie

A gravura é outra técnica que a artista domina desde o final dos anos 60 e que resulta também em um trabalho extremamente maduro e inovador: faz série em grandes formatos, transforma a gravura em objeto e, ainda, recentemente, produz obras que avançam de um plano ao outro, ortogonal, criando, nesta confluência de 90 graus, um espaço novo para a sua arte. Com este seu experimentalismo incomum para a técnica milenar, suas gravuras também ganharam reconhecimento internacional, desde 1972, quando foi convidada a participar da sala Grafica D’Oggi na Bienal de Veneza - exposição que contou com a presença dos mais importantes artistas do mundo, como os norte-americanos da Pop Art -, além de sua participação na Bienal de Gravura de Tóquio, em 1978, tradicional mostra internacional desta técnica.


Tomie Ohtake - Painel em tapeçaria - 1990 
Localizado no auditório Simón Bolívar do Memorial da América Latina, o painel em tapeçaria ocupa uma área total de aproximadamente 800 m². A obra foi parcialmente danificada em um incêndio ocorrido no auditório em 2013. Assim que soube dos danos, Tomie Ohtake disse que recuperaria a obra. "O grande mural é um desenho com muitas linhas que se compõem numa grande forma, atravessando como num só gesto, todo o comprimento do auditório. Ver depois de pronto um painel com aquelas dimensões, feito em tapeçaria a partir de um desenho gestual, é uma grande emoção!", afirmou a artista em depoimento publicado no livro "Integração das Artes" - Foto: Instituto Tomie Ohtake/Divulgação


Tomie Ohtake - Escultura metálica - 2004 
Localizada no interior do Auditório Ibirapuera, em São Paulo, a intervenção-escultura dialoga com a arquitetura de Oscar Niemeyer


Além da pintura e da gravura, Tomie tem realizado esculturas em grandes dimensões para espaços públicos e, desde a 23ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1995, quando teve uma sala especial de esculturas, vem expandindo sua produção tridimensional. Hoje, 27 obras públicas de sua autoria fazem parte da paisagem urbana de algumas cidades brasileiras. Em São Paulo, parte delas se tornaram marcos paulistanos, como os quatro grandes painéis da Estação Consolação do Metrô de São Paulo, a escultura em concreto armado na avenida 23 de maio e a pintura em parede cega no centro, na Ladeira da Memória.


Tomie Ohtake - Sem título - 2007


Tomie Ohtake - Sem título - 2009 
Prestes a completar 100 anos, a artista se concentra em formas circulares. A figura e o fundo se confundem


Desde a década de 60, a participação da obra de Tomie nos principais espaços da arte nacionais e internacionais se amplia permanentemente. Está presente em cinco edições da Bienal Internacional de São Paulo, conquista 28 prêmios, realiza cerca de 50 individuais e 85 coletivas, no Brasil e no exterior. No País, torna-se um fenômeno raro, alcançando uma popularidade incomum para um artista plástico cuja obra ao mesmo tempo é respaldada pelos principais críticos de arte. Um exemplo disto foi a sua marcante primeira retrospectiva realizada no Museu de Arte de São Paulo - MASP, em 1983, quando, até então, o professor Bardi nunca havia assistido, no museu que dirigia, um sucesso tão estrondoso para uma mostra individual, quando na abertura compareceram mais de 4.000 pessoas. Hoje, a relevância de Tomie no cenário das artes plásticas brasileiras reafirma-se na abertura de um centro cultural com seu nome, o Instituto Tomie Ohtake, homenagem extraordinária a um artista em franca produção.


Monumento Tomie Ohtake no Parque Municipal Roberto Mário Santini no emissário submarino (José Menino) em Santos, São Paulo – 2008 – inaugurado pelo Príncipe Naruhito do Japão


Tomie Ohtake - Sem título - 2012 
Tomie trabalha a organicidade de formas circulares buscando a essência monocromática nas cores puras

Tomie Ohtake - Sem título - 2013


Tomie Othake - painéis "Quatro estações" - na estação Consolação de metrô em São Paulo

“A obra de Tomie Ohtake, como trajetória íntegra e integral, tem enfrentado o desafio de construir um tempo reconciliado entre a sabedoria de uma tradição e a experiência visual do sujeito moderno. Sua obra parece buscar em nosso olhar um haicai perdido”, escreve o crítico Paulo Herkenhoff, curador do MoMA Museum of Modern Art, Nova York (setembro, 2002).


Entrada do Instituto Tomie Ohtake - foto: ©Design&MuitoMaisARTE


Instituto Tomie Ohtake - São Paulo, Brasil - Centro cultural com salas de exposição, restaurante, livraria, loja, etc. - Arquiteto Rui Ohtake


Instituto Tomie Ohtake 










quarta-feira, 10 de outubro de 2012


Pietr Mondrian, - Composição - estilo De Stijl - Neoplasticismo
Holanda 1872 - USA 1944