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sábado, 3 de fevereiro de 2018

Análise do autorretrato triplo de Norman Rockwell

Norman Rockwell - Triple Self-Portrait, 1960 - óleo sobre tela e Ilustração da capa para The Saturday Evening Post, 13 de fevereiro de 1960 – 113 x 88,3 cm - Norman Rockwell Museum, Stockbridge, MA, USA


Análise do autorretrato triplo de Norman Rockwell


O humor e a humildade eram aspectos essenciais da personalidade de Norman Rockwell, por isso, seus autorretratos eram despreocupados e um pouco auto-depreciativos. Ele ria de si mesmo nessas telas. O Rockwell do espelho tem óculos enevoados. Ele explicou que assim ele não poderia ver sua imagem real e assim se retratar mais jovial do que ele julgava ser.




Rockwell era um praticante de limpeza, mas aqui ele retratou tubos de pintura e pinceis sobre o chão do estúdio e um copo de refrigerante quase entornando sobre um livro. Outras discrepâncias da realidade podem ser explicadas. Ele trocou a sua habitual cadeira estilo Windsor por um banquinho (mais fácil de ver mais dele?) E sua paleta de mesa por uma paleta de madeira de mão (uma economia de espaço de imagem?) A maioria das outras características da pintura são reais.




Em uma viagem a Paris, Rockwell viu o capacete que retratou no topo de seu cavalete em uma loja de antiguidades. Ele tinha certeza de que o capacete tinha séculos de idade, de origem grega ou talvez romana. Depois de comprá-lo, ele parou para observar um incêndio. E percebeu que o mesmo capacete que ele tinha certeza de que era uma antiguidade preciosa era na verdade o equipamento típico dos bombeiros parisienses. Rockwell fumava cachimbo enquanto trabalhava e se distraia jogando as cinzas no mesmo balde onde jogava retalhos de pano com tinta, causando pequeninos incêndios no balde de metal (ele retratou uma fumacinha saindo do balde). Talvez por isso retratou o capacete sobre seu cavalete.


Norman Rockwell – The Deadline (Blank Canvas) (Prazo Final), 1938 – óleo sobre tela – 96,5 x 76,2 cm - Norman Rockwell Museum, Stockbridge, MA, USA


Estudante de grandes artistas, Rockwell pregou autorretratos de mestres no canto superior direito de seu trabalho: Albrecht Durer, Rembrandt van Rijn, Vincent Van Gogh e um Pablo Picasso pós-cubista. Eles são suas referências que nos convidam a comparar (como Rockwell fez) como outros artistas abordaram o problema de um autorretrato. Ao contrário de Rockwell, todos os quatro artistas produziram numerosos autorretratos formais (Rembrandt é conhecido por ter feito mais de 90). Rockwell produziu apenas dois outros autorretratos a cores: “Norman Rockwell Painting the Soda Jerk”, mostrando o artista trabalhando em sua pintura para a capa do Post de 1953 e “The Deadline” (Prazo Final), uma capa do Post de 1938, composta da mesma forma que esta: a visão posterior do artista no trabalho em seu cavalete. Ambos são retratos inconscientes, confirmando que a visão de Rockwell de si mesmo continuou inalterada. Ele também fazia pequenas e discretas “aparições” em outras pinturas suas, em meio a outros personagens.


Norman Rockwell - Norman Rockwell Painting the Soda Jerk, 1953 – óleo sobre madeira - Norman Rockwell Museum, Stockbridge, MA, USA


Norman Rockwell (Nova Iorque, 3 de fevereiro de 1894 — Stockbridge, Massachusetts, 8 de novembro de 1978) era muito popular nos Estados Unidos, especialmente em razão das 322 capas da revista The Saturday Evening Post que realizou durante mais de quatro décadas, e das ilustrações de cenas da vida americana nas pequenas cidades. Pintou os retratos dos presidentes Eisenhower, John Kennedy, Lyndon Johnson e Richard Nixon, assim como de outras importantes figuras mundiais. Um de seus últimos trabalhos foi o retrato da cantora Judy Garland, em 1969.

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domingo, 24 de dezembro de 2017

O Natal de Norman Rockwell

Norman Rockwell - Merry Christmas Grandma...We Came in Our New Plymouth! (Feliz Natal Vovó...Nós viemos no nosso novo Plymouth!), 1950 - óleo sobre tela


O Natal de Norman Rockwell


Norman Rockwell - Santa Reading His Mail, 1935 - óleo sobre tela


Norman Rockwell criou mais de 4.000 pinturas e ilustrações, incluindo 321 capas para The Saturday Evening Post. Suas obras icônicas definiram a identidade da nação americana por uma geração, com uma marca de imagens folclóricas, suaves, e brincalhonas, mas sempre reverentes. As pinturas podem parecer datadas hoje, mas os temas que exploram e os sentimentos que expressam são intemporais.


Norman Rockwell - Santa and his Elves, 1948 - óleo sobre tela


Norman Rockwell - Santa Consulting Globe, 1926 – ilustração


Rockwell refletiu e depois definiu uma visão idealizada da vida americana, particularmente durante os feriados. Ele ilustrou mitologias icônicas (Papai Noel preparando suas renas para o voo, famílias aparentemente perfeitas decorando suas árvores de Natal). E ele também nos deu cenas mais realistas (um funcionário cansado no departamento de brinquedos na véspera de Natal, e um garoto perturbado que descobre que o Papai Noel não é real). Sua obra incluiu 29 capas temáticas de Natal para o Saturday Evening Post, propagandas e muitos cartões de feriados.


Norman Rockwell - Santa on Ladder with Map, 1939 – ilustração


Norman Rockwell - Christmas Tree Topper


Refletindo as experiências compartilhadas que temos ao longo de nossas vidas, as pinturas de Norman Rockwell são verdadeiramente intemporais. Como o melhor contador de histórias, Rockwell transformou as experiências da vida cotidiana em obras de arte, nos fazendo não apenas relembrar um tempo mais simples, mas nos dando a esperança de que exista uma vida cheia de otimismo, esperança e felicidade.


Norman Rockwell - Santa's Surprise, 1949 - óleo sobre tela


Norman Rockwell - Little Girl looking downstairs at Christmas Party, 1964 - George Lucas collection


Norman Rockwell (Nova Iorque, 3 de fevereiro de 1894 — Stockbridge, Massachusetts, 8 de novembro de 1978) era muito popular nos Estados Unidos, especialmente em razão das 322 capas da revista The Saturday Evening Post que realizou durante mais de quatro décadas, e das ilustrações de cenas da vida americana nas pequenas cidades. Pintou os retratos dos presidentes Eisenhower, John Kennedy, Lyndon Johnson e Richard Nixon, assim como de outras importantes figuras mundiais. Um de seus últimos trabalhos foi o retrato da cantora Judy Garland, em 1969.


Norman Rockwell – The Discovery, 1956


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segunda-feira, 27 de março de 2017

Análise de “Charwomen in Theater” de Norman Rockwell

Norman Rockwell - Charwomen in Theater, 1946 – óleo sobre tela – 108 x 84 cm – coleção George Lucas (o cineasta)


Análise de “Charwomen in Theater” de Norman Rockwell


“Charwomen In Theatre” apareceu na capa de The Saturday Evening Post, publicada em 6 de abril de 1946. Esta pintura foi uma das 322 pinturas de Rockwell que foram publicadas na capa do Saturday Evening Post. A carreira de Rockwell no Post durou 47 anos, desde a sua primeira ilustração da capa, “Menino com Carrinho de Bebê” em 1916 até a sua última, “Retrato de John F. Kennedy”, em 1963.

Essa obra é um dos clássicos estudos da psicologia humana de Rockwell.  Uma “charwoman” (faxineira) é uma mulher contratada para fazer limpeza, geralmente em um grande edifício. As duas retratadas na pintura são senhoras mais velhas e provavelmente são funcionárias de longa data do teatro. As pessoas na década de 1940 não saltavam de um emprego para outro. Em 1946, com o afluxo de tropas retornando para casa depois da Segunda Guerra Mundial, essas senhoras provavelmente estavam contentes por terem um emprego.

“Charwomen in Theater” mostra um momento de intimidade compartilhado entre duas mulheres mais velhas que trabalham de madrugada em um lugar que elas não podem frequentar. George Lucas observou: "Para elas é mais do que apenas um trabalho. Elas estão interessadas no lugar onde elas trabalham. Você pode imaginá-las espiando e assistindo shows, observando os ensaios. Você pode imaginá-las se sentindo orgulhosas de trabalharem no teatro".

Rockwell compunha seus trabalhos da mesma maneira como um diretor de cinema configura uma filmagem, escolhendo os adereços, organizando a iluminação, até fazendo um teste com seus modelos, para se certificar de que eles iriam atuar nos papéis que deviam desempenhar em seus quadros.

Norman Rockwell (Nova Iorque, 3 de fevereiro de 1894 — Stockbridge, Massachusetts, 8 de novembro de 1978) era muito popular nos Estados Unidos, especialmente em razão das 322 capas da revista The Saturday Evening Post que realizou durante mais de quatro décadas, e das ilustrações de cenas da vida americana nas pequenas cidades. Pintou os retratos dos presidentes Eisenhower, John Kennedy, Lyndon Johnson e Richard Nixon, assim como de outras importantes figuras mundiais. Um de seus últimos trabalhos foi o retrato da cantora Judy Garland, em 1969.

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segunda-feira, 15 de junho de 2015

Série Arteeblog: Arte e Cinema - Norman Rockwell, George Lucas e Steven Spielberg

Steven Spielberg

Série Arteeblog: Arte e Cinema - Norman Rockwell, George Lucas e Steven Spielberg



Como o trabalho de um amado artista americano ajudou a moldar o trabalho de dois dos maiores diretores de cinema de Hollywood: o trabalho de Norman Rockwell teve uma profunda influência sobre Steven Spielberg e George Lucas, começando quando eram meninos, inspirados por suas ilustrações das capas do jornal Saturday Evening Post. Rockwell era o artista americano por excelência de sua geração, criando cenas que capturavam momentos decisivos na vida. . . e sonhos do que está à frente. Eles são os cineastas americanos por excelência de sua geração, criando cenas que capturam momentos decisivos na vida. . . e sonhos do que está à frente. As coleções somam juntas mais de 50 obras.

George Lucas

Foi Lucas quem começou a colecionar Rockwell , que segundo ele, foi capaz de resumir uma história e fazer você querer ler a história, e realmente compreender quem eram as pessoas, quais os seus motivos, tudo em um pequeno quadro. Steven Spielberg, disse que não podia acreditar que alguém que ele conhecia tinha uma pintura a óleo pela mão deste grande ícone americano. Ele disse que então saiu e comprou um Rockwell maior!


Norman Rockwell – Shadow Artist – 1920 – óleo sobre tela – coleção George Lucas

"Shadow Artist" (Artista da Sombra) geralmente está pendurado no escritório de Lucas: "É o anfitrião, utilizando luz e movimento", disse ele, "que é onde começou a nossa indústria".


Norman Rockwell - Boy on High Dive - The Saturday Evening Post, August 16, 1947 – óleo sobre tela - 89 x 68,5 cm – coleção de Steven Spielberg

"Boy on a High Dive" (Garoto no Trampolim) geralmente está no escritório de Spielberg, que disse: “Este é o Rockwell que, cada vez que eu estou pronto para fazer um filme, para comprometer-me a dirigir um filme, sou eu, é o sentimento em meu estômago, antes de dizer "sim" a um filme. Porque cada filme é como olhar do alto de um trampolim de três metros".


Norman Rockwell - "Gary Cooper as the Texan" – 1930 – da coleção de Steven Spielberg

O próprio Rockwell era fascinado com filmes, passando um tempo em Hollywood, onde ele retratou Gary Cooper no local, para a tela "The Texan". E Rockwell, famoso por seu senso de humor, se deliciaria ao ver que um dos machões que ele pintou em 1935 tem uma notável semelhança com o personagem Indiana Jones, da colaboração Lucas-Spielberg de 1981, "Os Caçadores da Arca Perdida".


Norman Rockwell - The Flirts - The Saturday Evening Post, July 26, 1941- óleo sobre tela – 86,5 x 68,5 cm – coleção de Steven Spielberg

A pintura "The Flirts" de 1941 poderia ser um prelúdio para o filme '"American Graffiti" de Lucas, lançado 32 anos depois.


Norman Rockwell - Charwomen in Theater - The Saturday Evening Post, April 6, 1946 - carvão vegetal sobre papel -  101,6 x 79 cm – coleção de George Lucas

“Charwomen in Theater” mostra um momento de intimidade compartilhado entre duas mulheres mais velhas que trabalham de madrugada em um lugar que elas não podem freqüentar. George Lucas observou: "Para elas é mais do que apenas um trabalho. Elas estão interessadas no lugar onde elas trabalham. Você pode imaginá-las espiando e assistindo shows, observando os ensaios. Você pode imaginá-las se sentindo orgulhosas de trabalharem no teatro".
Rockwell compunha seus trabalhos da mesma maneira como um diretor de cinema configura uma filmagem, escolhendo os adereços, organizando a iluminação, até fazendo um teste com seus modelos, para se certificar de que eles iriam atuar nos papéis que deviam desempenhar em seus quadros".


Norman Rockwell - Movie Starlet and Reporters - The Saturday Evening Post, March 7, 1936 - óleo sobre tela - 89 x 81 cm - coleção de Steven Spielberg

“Movie Starlet and Reporters” já foi descrito como um retrato de Jean Harlow sendo entrevistada, mas a modelo foi provavelmente Mardee Hoff, a filha de outro artista das capas do Post. Hoff esperava entrar no cinema, e seu rosto era familiar, das revistas e anúncios de jornal. No dia em que a capa de Rockwell chegou às bancas, três empresas de cinema a procuraram, e dentro de duas semanas ela estava na Califórnia sob contrato com a Twentieth Century-Fox.


Norman Rockwelll - Boy Reading Adventure Story - The Saturday Evening Post, November 10, 1923 – óleo sobre tela - 76 x 61 cm – coleção de George Lucas

“Boy Reading Adventure Story” é sobre o poder  que a palavra escrita tem, para transportar uma criança para uma terra e tempo distantes. George Lucas comentou: "É uma pintura que celebra a literatura, a magia que acontece quando você lê uma história, e a história ganha vida para você". Ao trabalhar em Star Wars, ele disse, "Eu percebi que você ainda pode sentar e sonhar com terras exóticas e estranhas criaturas."

"Eu acho que ele deixou um legado que nunca será esquecido", disse Lucas. "Você sabe, muitos artistas têm uma tendência a pintar sem emoção, sem qualquer conexão com o público. E tanto Steve quanto eu somos emocionais e nós amamos nos conectar com o público".

Steven Allan Spielberg (Cincinnati, 18 de dezembro de 19461 ) é o diretor que mais tem filmes na lista dos 100 Melhores Filmes de Todos os Tempos, feita pelo American Film Institute. Ele é considerado um dos cineastas mais populares e influentes da história do cinema. Spielberg venceu o Oscar de Melhor Diretor duas vezes por Schindler's List e Saving Private Ryan, também venceu o Oscar de Melhor Filme por Schindler's List. Suas obras mais conhecidas são Jaws, Raiders of the Lost Ark, Indiana Jones and the Temple of Doom, Indiana Jones and the Last Crusade, E.T. the Extra-Terrestrial, Jurassic Park, Schindler's List, Saving Private Ryan, Catch Me If You Can, War of the Worlds e Lincoln. George Walton Lucas Jr., (Modesto, 14 de Maio de 1944) é um produtor cinematográfico, roteirista e cineasta, norte-americano. Lucas é mundialmente famoso pelas franquias Guerra nas Estrelas e Indiana Jones. Está entre as pessoas mais ricas e influentes do mundo.

Norman Rockwell (Nova Iorque, 3 de fevereiro de 1894 — Stockbridge, Massachusetts, 8 de novembro de 1978) era muito popular nos Estados Unidos, especialmente em razão das 323 capas da revista The Saturday Evening Post que realizou durante mais de quatro décadas, e das ilustrações de cenas da vida americana nas pequenas cidades. Pintou os retratos dos presidentes Eisenhower, John Kennedy, Lyndon Johnson e Richard Nixon, assim como de outras importantes figuras mundiais. Um de seus últimos trabalhos foi o retrato da cantora Judy Garland, em 1969.

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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

sábado, 18 de outubro de 2014

A história da obra: 'University Club" ou "In Fellowship Lies Friendship" - Norman Rockwell

Norman Rockwell - 'University Club" ou "In Fellowship Lies Friendship", 1960 - óleo sobre tela - 71 x 66 cm - coleção particular

A história da obra: 'University Club" ou "In Fellowship Lies Friendship" - Norman Rockwell


“In Fellowship Lies Friendship “ (No Companheirismo Está A Amizade) - O nome desta pintura é o lema do Clube da Universidade de Nova York. Este edifício um pouco assustador é o “University Club of New York”. Os senhores dentro do clube parecem menos interessados na irmandade dentro dele do que a "amizade" do lado de fora da janela.
O que parece ser uma cena simples é de fato bastante detalhada, como a "textura" na pedra. Rockwell foi fiel aos detalhes renascentistas italianos, incluindo os  entalhes incomuns acima das janelas. O edifício ainda é um marco arquitetônico até hoje.


University Club of New York


Rockwell amava flertes, porque ele pintou bastante deles. Essas paqueras abrangem as décadas de 1917 a 1960 - incríveis 43 anos registrando pessoas olhando outras pessoas nos olhos.
Se você olhar de perto, vai ver no canto esquerdo inferior da pintura um distinto cavalheiro (Mr. Rockwell, com seu cachimbo sempre presente) em pé ao lado de sua nora (Gail) na vida real. Como Alfred Hitchcock em seus filmes, o artista, por vezes, fazia uma aparição em suas próprias pinturas.


Detalhe da pintura - Norman Rockwell e sua nora Gail

Esta pintura foi a 310° de 322 pinturas totais de Rockwell que foram publicadas na capa do Saturday Evening Post. A carreira de Rockwell com o Post, abrangendo 47 anos, começou com sua primeira ilustração de capa, "Boy With Baby Carriage" em 1916 e continuou até a última, "Retrato de John F. Kennedy", em 1963.

O óleo sobre tela original, medindo 71 x 66 cm, é parte de uma coleção privada.

Norman Rockwell (Nova Iorque, 3 de fevereiro de 1894 — Stockbridge, Massachusetts, 8 de novembro de 1978) foi um pintor e ilustrador estadunidense. Pintou os retratos dos presidentes Eisenhower, John Kennedy, Lyndon Johnson e Richard Nixon, assim como de outras importantes figuras mundiais. Um de seus últimos trabalhos foi o retrato da cantora Judy Garland, em 1969.

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sábado, 19 de julho de 2014

Dia da lua, em homenagem à Missão Apolo 11 que pousou na lua - veja vídeo e foto

Norman Rockwell - "The Final Impossibility: Man's Tracks on the Moon" - óleo sobre tela
Norman Rockwell - "Man on the Moon" - 1967 - óleo sobre tela Norman Rockwell Museum, StockbridgeMassachusetts, USA

Dia da lua, em homenagem à Missão Apolo 11 que pousou na lua

Primeira pegada de Neil Armstrong na Lua, 20 de Julho de 1969, Apolo 11

Assista um vídeo com reportagem sobre o evento:


No dia 16 julho de 1969, deixava a Terra a nave da missão que transformou em realidade um dos sonhos mais antigos da humanidade: a chegada do homem à Lua. Há exatos 44 anos, a Apollo 11 foi lançada do Centro Espacial Kennedy, em Cabo Canaveral, na Flórida, na ponta do foguete Saturno V. Quatro dias depois, o Módulo Lunar pousou próximo ao Mar da Tranquilidade, na superfície do satélite da Terra. O feito, realizado pelo astronauta americano Neil Armstrong seguido do seu colega de missão Buzz Aldrin, no dia 20 de julho daquele ano, ficou marcado na história.
A espaçonave Apollo tinha três partes: o módulo de comando, a única parte que voltou à Terra; o módulo de serviço, que continha propulsor, sistema elétrico, oxigênio e água; e o módulo lunar, utilizado para pousar na Lua. Apesar de ser tripulada por três astronautas, a missão foi dividida de forma que Michael Collins permanecesse no módulo de comando, na órbita lunar, enquanto Buzz Aldrin e Neil Armstrong pousassem na Lua com o Módulo Lunar.
A Apollo 11, projetada pela agência espacial americana (Nasa) foi uma das sete missões - de um total de 17 do Programa Apollo - que conseguiu levar o homem à Lua. Após a Apollo 11, o programa fez outros cinco bem sucedidos desembarques na Lua entre 1969 e 1972. Ao total, 12 homens pisaram na superfície lunar, todos americanos.