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terça-feira, 6 de junho de 2017

Análise das pinturas de Diego Velazquez: “Tavern Scene with Two Men and a Girl” e “The Luncheon”

Diego Velázquez – Luncheon, c. 1617 – óleo sobre tela – 108,5 x 102 cm – The State Hermitage Museum, St. Petersburg, Russia


Análise das pinturas de Diego Velazquez: “Tavern Scene with Two Men and a Girl” e “The Luncheon”


A pintura, uma das primeiras de Velázquez, retrata uma mesa coberta por um pano enrugado, no qual se encontram duas romãs e um pedaço de pão. As pessoas animadas presentes no almoço incluem um homem idoso à esquerda, um jovem à direita, e um menino alegre segurando uma garrafa de vinho. Na parede do fundo, estão pendurados uma echarpe branca, uma bolsa de couro e, à direita, uma espada. Essa pintura é quase idêntica a outra de Velázquez:


Diego Velázquez - Tavern Scene with Two Men and a Girl, c. 1618-1619 – óleo sobre tela – 96 x 112 cm -  Museum of Fine Arts, Budapest, Hungria


Velázquez não imitava a realidade, ele a criava. Nesta cena de taberna, assim como em outras cenas similares de cozinha ou de taverna, pessoas comuns povoam as telas, em uma situação aparentemente banal, como se as páginas de romances picarescos tivessem se tornado vivas, onde as brincadeiras de servos astutos fizessem cócegas na fantasia dos leitores. Só podemos adivinhar a história exata por trás da imagem, mas se os vermos como personagens de uma história, a presença das figuras tem tanto peso e significado quanto os reis que povoaram as obras do período maduro de Velázquez.

Essa pintura combina uma natureza morta de comida e bebida (com peixe, pão, cenoura, limão e caneca de cobre), com uma representação de três agricultores. A composição mostra um homem jovem gesticulando com a mão direita para reforçar a história vindo de seus lábios meio abertos, e um homem mais velho ouvindo atentamente enquanto segura seu copo para que uma mulher o sirva com vinho.


Diego Rodríguez de Silva y Velázquez (06 de junho de 1599 - 06 de agosto de 1660) foi um pintor espanhol, o artista principal na corte do rei Filipe IV e um dos pintores mais importantes do Século de Ouro espanhol. Ele era um artista do período barroco, importante como retratista. Além de inúmeras interpretações de cenas de significado histórico e cultural, pintou dezenas de retratos da família real espanhola e de outras figuras notáveis, europeus e plebeus, culminando na produção de sua obra-prima "Las Meninas" (1656).


Diego Velázquez – Las Meninas, 1656 – óleo sobre tela – 276 x 318 cm - Museo del Prado, Madrid, Spain

Esse blog possui um artigo sobre a pintura “Las Meninas” de Diego Velázquez. Clique sobre esse link para ver:



Velázquez foi pintor da corte e curador durante as décadas de 1640 e 1650 da cada vez maior coleção de arte do rei Filipe. Ele aparentemente recebeu um nível de liberdade incomum nessa função. Supervisionou a decoração e desenho interior dos aposentos que tinham as pinturas mais valiosas, adicionando espelhos, estátuas e tapeçarias. Velázquez também foi responsável pelo fornecimento, atribuição e inventário da maioria das pinturas do rei. Ele era amplamente respeitado na Espanha por volta da década de 1650 como um conhecedor de artes. Grande parte da coleção do Museu do Prado atual, incluindo obras de Ticiano, Rafael e Peter Paul Rubens, foram adquiridas e reunidas durante a curadoria de Velázquez.


Texto escrito e/ou traduzido e/ou adaptado ©Arteeblog - não copie esse artigo sem autorização desse blog, mas por favor o compartilhe, usando os ícones de compartilhamento para e-mail ou redes sociais. Obrigada.


segunda-feira, 2 de maio de 2016

Análise da Venus de Urbino, de Tiziano Vecelli e mais quatro pinturas

Tiziano Vecelli - The Venus of Urbino – 1538 – óleo sobre tela - 119 × 165 cm - Galleria degli Uffizi, Firenze


Análise da Venus de Urbino, de Tiziano Vecelli e mais quatro pinturas


Uma das mais importantes pinturas renascentistas de natureza mitológica, a Vênus de Urbino continua a ser a versão icônica do nu feminino reclinado, e um tesouro do Alto Renascimento Veneziano.

Tiziano Vecelli - The Venus of Urbino - detalhe

Nessa pintura, Tiziano retrata uma jovem nua, identificada como a deusa Venus, reclinada num sofá ou cama, num suntuoso Palácio Renascentista. A pose foi inspirada pela Venus Adormecida de Giorgione, c. 1510, que está no Gemäldegalerie Alte Meister, em Dresden. Nessa versão da representação da deusa Venus, Tiziano a domesticou, colocando-a num ambiente fechado, e envolventemente sensual, sem conotações clássicasou alegóricas. A jovem olha diretamente para o espectador, sem se preocupar com sua nudez. Em sua mão direita ela segura um ramalhete de rosas, símbolo de amor. Aos seus pés está um cão, um dos símbolos de fidelidade.

Tiziano Vecelli - The Venus of Urbino - detalhe

O que faz a pintura de Ticiano única e excepcionalmente erótica, é a expressão ilegível nos olhos levemente esfumaçados da modelo. Por um lado, Venus está se expondo a nós de uma forma praticada, profissional. Por outro, há algo de confiança, quase inocente na franqueza de seu olhar.

Tiziano Vecelli - The Venus of Urbino - detalhe

A pintura foi encomendada por Guidobaldo II della Rovere, o duque de Urbino, possivelmente para celebrar seu casamento. Originalmente deveria ter decorado um cassone, um baú tradicionalmente dado como presente de casamento na Itália. As empregadas domésticas ao fundo estão vasculhando um baú semelhante, aparentemente em busca das roupas de Vênus. Curiosamente, dado o seu conteúdo abertamente erótico, a pintura foi concebida como um "modelo" instrutivo para Giulia Varano, a extremamente jovem noiva do Duque. A modelo da pintura foi identificada como Angela del Moro, uma cortesã muito bem paga de Veneza e uma conhecida companheira de jantar de Tiziano.

 Tiziano Vecelli - The Venus of Urbino - detalhe

O talento excepcional de Tiziano, sua representação corajosa da sensualidade feminina, e seu status como o principal pintor veneziano do cinquecento, faz esta pintura ser frequentemente citada como a origem de muitas das imagens mais polêmicas da arte ocidental, como a Maja Desnuda (c.1797) de Goya, bem como Olympia de Edouard Manet de 1863, (em que a modelo foi Victorine Meurent) e é considerada a precursora original para a pin-up.

Tiziano Vecelli (Pieve di Cadore, c. 1473-1490 — Veneza, 27 de agosto de 1576) foi um dos principais representantes da escola veneziana no Renascimento antecipando diversas características do Barroco e até do Modernismo. Ele também é conhecido como Titian.



Francisco Goya – La Maja Desnuda – c. 1797-1800 – óleo sobre tela – Museo Nacional Del Prado

La Maja Desnuda retrata uma mulher nua reclinada em uma cama de almofadas, e provavelmente foi encomendada pelo Primeiro Ministro na época, Manuel de Godoy, para pendurar em sua coleção particular em um ambiente reservado para pinturas de nus. Goya criou um par da mesma mulher em pose idêntica, mas vestida, conhecida hoje como La Maja Vestida. A pintura é famosa pelo olhar direto e desavergonhado da modelo para o espectador.
Godoy manteve a imagem por seis anos antes de ser descoberto pelos investigadores da Inquisição Espanhola em 1808, junto com suas outras "questionáveis imagens". Godoy foi levado perante um tribunal e forçado a revelar os artistas por trás das obras de arte confiscadas que eram "tão indecentes e prejudiciais para o bem público".  Goya escapou do julgamento quando o tribunal aceitou que ele estava seguindo uma tradição, e copiando uma pintura, a Venus de Velázquez, que era favorecida por Filipe IV de Espanha. Supõe-se que a mulher retratada era Pepita Tudó, a jovem amante de Godoy. Ou que a mulher era a Duquesa de Alba, com quem Goya pode ter se envolvido romanticamente e cujo retrato que ele pintou duas vezes (em 1795 e 1797).


Édouard Manet – Olympia – 1863 – óleo sobre tela – 130 x 190 cm - Musée d'Orsay

Olympia foi exibida pela primeira vez no Salão de Arte de Paris de 1865. Victorine Meurent foi a modelo da pintura. O olhar de confronto de Olympia causou choque e espanto quando a pintura foi exibida pela primeira vez, porque uma série de detalhes na imagem a identifica como uma prostituta, como a orquídea em seu cabelo, sua pulseira, brincos de pérola e o xale oriental, símbolos de riqueza e sensualidade. A fita preta em volta do pescoço, em forte contraste com sua pele pálida, e seu chinelo sublinham a atmosfera voluptuosa. Olympia era um nome associado a prostitutas, na Paris de 1860. A pintura é inspirada na Venus de Urbino de Tiziano (1538), em que a mão esquerda da Vénus está curvada e parece seduzir, enquanto a mão esquerda de Olympia parece bloquear, o que foi interpretado como um símbolo de sua independência sexual dos homens e seu papel como prostituta, concedendo ou restringindo o acesso a seu corpo em troca de pagamento. Manet substituiu o pequeno cão (símbolo da fidelidade) na pintura de Tiziano por um gato preto, que tradicionalmente simboliza a prostituição. Olympia desdenhosamente ignora as flores apresentadas a ela por sua serva, provavelmente um presente de um cliente.


 Diego Velazquez - The Toilet of Venus (The Rokeby Venus) – 1647-51 – óleo sobre tela – 122 x 177 cm - National Gallery, London

A pintura retrata a deusa romana do amor, beleza e fertilidade, Venus, em uma pose sensual, deitada em uma cama e olhando para um espelho, segurado pelo deus romano do amor físico, seu filho Cupido. Venus está reclinada languidamente na sua cama, com as costas para o espectador (na Antiguidade, o retrato de Vênus de costas foi um símbolo erótico e literário comum) e com os seus joelhos dobrados. Assim, Vênus é apresentada sem a parafernália mitológica que normalmente é incluída em representações da cena. Estão ausentes as joias, as rosas e a murta. Ao contrário da maior parte dos retratos prévios da deusa, que a mostram com cabeleira loura, a Vênus de Velázquez é morena. Ela é frequentemente descrita como se olhando no espelho, embora isso seja fisicamente impossível, já que os espectadores podem ver seu rosto refletido em sua direção. Este fenómeno é conhecido como Efeito de Vénus. A identidade da modelo é desconhecida, supondo-se que pode ter sido uma amante romana do artista. O elemento mais original da composição é o espelho segurado por Cupido, no qual a deusa olha para fora, e através da sua imagem refletida, interage com o espectador da obra. O fato de Vênus estar vendo o espectador através do espelho representa a ideia da consciência da representação, muito característica de Velázquez. 


Jean Auguste Dominique-Ingres - La Grande Odalisque – 1814 – óleo sobre tela – 88,9 x 162,5 cm – Louvre, Paris

Grande Odalisque, também conhecida como Une Odalisque ou La Grande Odalisque, descreve uma odalisca, ou concubina. Os contemporâneos de Ingres consideram que a obra significou para Ingres uma pausa do neoclassicismo, indicando uma mudança na direção de um romantismo exótico. A Grande Odalisque atraiu grande crítica quando foi exibido pela primeira vez, especialmente pelas proporções exageradamente alongadas e falta de realismo anatómico. A pintura foi encomendada pela irmã de Napoleão, a rainha Caroline Murat de Nápoles. Ingres inspirou-se em obras como a Venus de Giorgione, e a Vênus de Urbino de Ticiano, embora a pose real de uma figura reclinada olhando para trás por cima do ombro está diretamente relacionada com o Retrato de Madame Récamier por Jacques Louis David.

Esse blog possui um artigo sobre o Retrato de Madame Récamier por Jacques Louis David. Clique sobre o link abaixo para visualizar:



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terça-feira, 5 de abril de 2016

Análise de “Las Meninas” de Diego Velazquez

Diego Velazquez – Las Meninas, 1656 – óleo sobre tela – 276 x 318 cm - Museo del Prado, Madrid, Spain


Análise de “Las Meninas” de Diego Velazquez


A pintura Las Meninas (espanhol para Damas de Honra) de Diego Velazquez é uma composição complexa e enigmática que permite vários pontos de vista. É um retrato da Infanta Margarita, a filha do rei Filipe IV, e sua segunda esposa Mariana da Áustria. Vemos a Infanta Margarita veio ver Velazquez trabalhando. Ela parou ao lado dele, no centro do primeiro plano da pintura. A composição enigmática e complexa da obra levanta questões sobre realidade e ilusão, criando uma relação incerta entre o observador e as figuras representadas. Há espaços reais e virtuais que formam uma realidade fantástica. Velázquez nos apresenta nesta obra a intimidade do Alcázar de Madrid, e com a sua mestria nos faz penetrar numa terceira dimensão: o espaço. Muitos dizem que Velázquez "pintava o ar". Conheceu livros de óptica e observou o efeito que as distâncias, a luz e outros agentes exerciam sobre as formas e cores. Por essas e outras complexidades, As Meninas é uma das obras mais analisadas da pintura ocidental.


Detalhe com ampliação idealizada


A pintura mostra um grande aposento no Real Alcázar de Madrid durante o reinado do rei Filipe IV da Espanha, mostrando várias figuras da corte espanhola. Algumas olham para fora do quadro em direção ao observador, enquanto outras interagem entre si. Os personagens pausaram suas ações pela chegada do rei e da rainha e tem seu olhar voltado a eles. A jovem infanta Margarida Teresa está cercada por um séquito de damas de companhia, chaperone, guarda-costas, dois anões e um cachorro.  No lado esquerdo da pintura está o próprio Velázquez, que se representa trabalhando em uma grande tela. O artista olha para longe, além do espaço pictórico onde o observador da pintura estaria. Ao fundo há um espelho que reflete o rei Filipe e a rainha Maria Ana. Eles parecem estar colocados fora do espaço da pintura em uma posição similar à do observador da obra (nós), com suas imagens refletidas no espelho. Também é possível que suas imagens sejam o reflexo da pintura em que Velázquez está trabalhando.


Detalhe: Infanta Margarida de Áustria


Detalhe: Espelho do fundo onde estão refletidos Filipe IV da Espanha e Mariana de Áustria


O rei Filipe IV cedeu a Velázquez a peça principal do Real Alcázar de Madrid no início da década de 1650, que na época servia como museu do palácio, para usar como estúdio. Esse é o cenário de As Meninas. Filipe frequentemente sentava para assistir o pintor trabalhar. Apesar de restrito pela rígida etiqueta, o rei amante das artes parece ter tido uma relação incomumente próxima a Velázquez.


Diego Velazquez - Rei Filipe IV, 1656 – óleo sobre tela – 47 x 37 cm – National Gallery, London


A infanta Margarida, a primogênita dos reis, é a figura principal. Tem cinco anos e é a alegria dos seus pais como única sobrevivente dos vários filhos que foram nascendo e falecendo. Dona Isabel de Velasco, está ao lado direito de Margarida, em pé, fazendo uma reverência. Dona Maria Agustina Sarmiento de Sotomayor, está ajoelhada ao lado esquerdo de Margarida, oferecendo água a ela. Mari-Bárbola é a anã à direita. Nicolasito Pertusato, outro anão, está ao seu lado, encostando o pé no cão. Dona Marcela de Ulloa está detrás de Dona Isabel. Era a Camareira-Mor (ou guarda-mor da princesa). O personagem que está ao seu lado, na penumbra, é um aio (e guarda-costas) dos Infantes da Espanha. Dom José Nieto Velázquez (talvez parente do pintor) é o personagem que se vê ao fundo do quadro, na parte luminosa, atravessando o corredor pelo vão da porta aberta. Não se sabe se ele estava saindo ou entrando no salão. À esquerda e diante duma grande tela, o autor da obra, Velázquez, está de pé e tem em suas mãos a paleta e o pincel, numa atitude pensativa. Filipe IV e a sua esposa Mariana da Áustria, estão refletidos num espelho atrás do pintor. Velázquez pinta os reis, que posam "fora do quadro", mais ou menos no lugar onde está o espectador. É um truque que nos integra na pintura, fundindo realidade e aparência. Acima do espelho estão dois quadros. São cópias realizadas por Juan Bautista del Mazo de Minerva e Aracné, de Peter Paul Rubens, e Apolo e Pan, de Jacob Jordaens. As duas pinturas estavam efetivamente no salão, segundo documentos da época.


Detalhe: María Agustina Sarmiento de Sotomayor


Velázquez foi pintor da corte e curador durante as décadas de 1640 e 1650 da cada vez maior coleção de arte do rei Filipe. Ele aparentemente recebeu um nível de liberdade incomum nessa função. Supervisionou a decoração e desenho interior dos aposentos que tinham as pinturas mais valiosas, adicionando espelhos, estátuas e tapeçarias. Velázquez também foi responsável pelo fornecimento, atribuição e inventário da maioria das pinturas do rei. Ele era amplamente respeitado na Espanha por volta da década de 1650 como um conhecedor de artes. Grande parte da coleção do Museu do Prado atual, incluindo obras de Ticiano, Rafael e Peter Paul Rubens, foram adquiridas e reunidas durante a curadoria de Velázquez.


Detalhe: José Nieto


Diego Rodríguez de Silva y Velázquez (06 de junho de 1599 - 06 de agosto de 1660) foi um pintor espanhol, o artista principal na corte do rei Filipe IV e um dos pintores mais importantes do Século de Ouro espanhol. Ele era um artista do período barroco, importante como retratista. Além de inúmeras interpretações de cenas de significado histórico e cultural, pintou dezenas de retratos da família real espanhola e de outras figuras notáveis, europeus e plebeus, culminando na produção de sua obra-prima Las Meninas (1656).


Detalhe: Diego Velazquez


Essa pintura inspirou muitos artistas, como: Pablo Picasso, Salvador Dali, John Singer Sargent, Edgar Degas, Francisco de Goya, Richard Hamilton, Vik Muniz, e muitos outros.


John Singer Sargent - The Daughters Of Edward Darley Boit, 1882 – óleo sobre tela – 222,57 x 221,93 cm - Museum of Fine Arts, Boston, MA, USA

Esse blog possui um artigo sobre essa pintura de John Singer Sargent. Clique no link para abrir:

http://www.arteeblog.com/2016/05/analise-da-pintura-de-john-singer.html 


Salvador Dali - Las Meninas (The Maids-in-Waiting), 1976-1977


Pablo Picasso - The Maids of Honor (Las Meninas, after Velázquez) (Les Ménines, vue d’ensemble, d’après Velázquez) - La Californie – 17 de Agosto de 1957 – óleo sobre tela - 194 x 260 cm - Museu Picasso, Barcelona

Las Meninas é uma série de 58 pinturas que Pablo Picasso realizou em 1957, fazendo uma análise abrangente, interpretando e recriando várias vezes Las Meninas de Diego Velázquez. O conjunto está totalmente preservado no Museu Picasso em Barcelona e é a única série completa do artista que permanece conjuntamente.


Esse blog possui mais um artigo sobre Diego Velázquez. Clique sobre esse link para ver:

http://www.arteeblog.com/2017/06/analise-das-pinturas-de-diego-velazquez.html 


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