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terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Feliz 2016 a todos!



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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Elisabeth Vigée Le Brun – uma artista à frente de sua época – com vídeos de exposição

Elisabeth Vigée Le Brun - Yolande-Martine-Gabrielle de Polastron, duchesse de Polignac, 1782 - 92.2 × 73.3 cm - Château de Versailles



Elisabeth Vigée Le Brun – uma artista à frente de sua época – com vídeos de exposição



Elisabeth Vigée Le Brun - Hubert Robert, 1788 – 1.05 x 0.84 m – Musée Louvre, Paris


Élisabeth Vigée Le Brun, nascida Louise-Élisabeth Vigée (16 de Abril de 1755 – 30 de Março de 1842) veio de uma família relativamente modesta e fez seu caminho através da sociedade com forte determinação. Elisabeth Vigée Le Brun foi a retratista oficial da rainha Marie-Antoinette, e depois de fugir da corte francesa durante a Revolução, tornou-se conhecida pelas pinturas que fez em toda a Europa, para retratar a aristocracia e famílias reais. Ela era muito famosa em seu tempo e seu nome continua a ser bastante conhecido pelo público ao contrário de muitas outras pintoras. Ela teve uma carreira brilhante. Suas memórias publicadas em 1835 alcançaram grande sucesso.



Elisabeth Vigée Le Brun – Self Portrait, c. 1781 - 64.8 × 54 cm - Kimbell Art Museum


Vigée Le Brun usou autorretratos para fazer valer seu status, divulgar sua imagem e mostrar às pessoas a mãe que ela tinha se tornado, apesar das limitações de uma carreira. Nascida em Paris, ela veio de uma família relativamente modesta. Sua mãe era cabeleireira e seu pai um talentoso artista retratista e pintor de leques, que faleceu quando ela tinha 12 anos. Em 1776, ela casou com o negociante de arte mais importante de sua geração, Jean Baptiste Pierre Le Brun (1748-1813), mas isso a impediu de ser aceita na Academia Real de Pintura e Escultura, porque seus regulamentos proíbiam qualquer contato com profissões mercantis . No entanto, esta união teve um efeito benéfico sobre a sua carreira. Quando o preço de pinturas flamengas subiram, ela aprendeu a dominar a magia das cores e a habilidade fina de Rubens e Van Dyck. Sua clientela tinha sido principalmente a burguesia, mas, em 1777, ela começou a trabalhar para a aristocracia, descendentes de sangue real e finalmente a rainha Marie-Antoinette. No entanto, só em 1783 e com a intervenção do marido da rainha, o rei Louis XVI, a artista foi finalmente admitida na Academia Real de Pintura.



Elisabeth Vigée Le Brun – Marie-Antoinette de Lorraine-Habsbourg, reine de France et ses enfants, 1787 – 195 x 271 cm - Château de Versailles



 Elisabeth Vigée Le Brun - Rainha Marie Antoinette (Retrato em Musselina), 1783- 92.7 × 73.1 cm - National Gallery of Art, Washington, D.C.


Não haviam muitas mulheres pintoras na época. Só um número muito limitado de mulheres podiam entrar na Academia Real, fundada em 1648. Como uma mulher (charmosa e atraente), ela também teve que suportar uma série de boatos e ciúmes. Além disso, as mulheres eram excluídas de praticar as pinturas de maior prestígio, a pintura de genero e a histórica. Vigée Le Brun tinha que se concentrar em retratos, mas ela tentou romper com as limitações impostas aos retratos, através do desenvolvimento de novos critérios estéticos, improvisando uma grande variedade de posturas e trajes. Ela realçava a beleza feminina de forma espontânea e intimista. As mulheres pareciam mais livres e sensuais sob seu pincel, retratadas em frágeis camisas de chiffon, com cachos enrolados e lábios entreabertos, como nos retratos da duquesa de Polignac, a condessa Du Barry, ou Isabella Marini.


Elisabeth Vigée Le Brun – Auto-Retrato com sua filha (ternura materna), 1786 - Musée Louvre, Paris 


Após a prisão da família real durante a Revolução Francesa, Vigée Le Brun fugiu da França com sua filha Julie. Ela viveu e trabalhou por alguns anos na Itália, Áustria e Rússia, onde sua experiência em lidar com uma clientela aristocrática ainda era útil. Em Roma, suas pinturas tiveram uma grande aclamação da crítica e ela foi eleita para a Accademia Romana di San Luca. Na Rússia, ela foi recebida pela nobreza e pintou numerosos aristocratas, incluindo o último rei da Polónia Stanisław August Poniatowski e membros da família de Catarina, a Grande.Enquanto em São Petersburgo, Vigée Le Brun foi nomeada membro da Academia de Belas Artes de São Petersburgo. Estando muito em demanda pela elite da Europa, ela visitou a Inglaterra no início do século 19 e pintou o retrato de vários notáveis britânicos, incluindo Lord Byron. Em 1807, ela viajou para a Suíça e foi nomeada membro honorário da Société pour l'Avancement des Beaux-Arts de Genebra.


Elisabeth Vigée Le Brun - Varvara Ivanovna Ladomirskaïa, 1800 - 63.5 × 54.5 cm - Columbus Museum of Art


Elisabeth Vigée Le Brun - The Artist executing a portrait of Queen Marie Antoinette, 1791 – 100 x 81 cm - Galleria degli Uffizi, Florença


Elisabeth-Louise Vigée-Lebrun - Self-portrait in a Straw Hat, 1782 – óleo sobre tela – 98 x 70 cm - National Gallery, London


Ela teve a ideia de usar autorretratos para afirmar seu status, o que também é muito moderno (como selfies). Mas, ao mesmo tempo, ela permaneceu uma monarquista fervorosa por toda a sua vida, e não gostava do mundo que encontrou quando voltou da emigração. Ela costumava dizer: “Só na pintura encontrei felicidade”.







Uma exposição retrospectiva da artista pode ser vista em Paris, contendo cerca de 160 obras, com curadoria de José Baillio e Xavier Salmon, a exposição tem alguns empréstimos excepcionais de coleções particulares e públicas, incluindo o Chateau de Versailles.

Élisabeth Louise Vigée Le Brun (1755 – 1842)
Grand Palais Galleries Nationales
3, avenue du Général Eisenhower - 75008 Paris
Informações: 00 33 (0)1 44 13 17 17
Até 11 de Janeiro de 2016

Até 15 de Maio de 2016:
The Metropolitan Museum of Art, New York





Assista os vídeos da exposição:







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sábado, 5 de dezembro de 2015

Ilustrações do mês de Dezembro

Eugène Grasset - La Belle Jardiniere – Décembre – 1896


Ilustrações do mês de Dezembro


O artista gráfico suiço Eugène Samuel Grasset (1845-1917) foi uma das principais figuras do movimento Art Nouveau em Paris. Mais conhecido por seus cartazes emblemáticos e suas contribuições para design gráfico - um itálico que ele criou, em 1898, ainda é usado por designers de todo o mundo - Grasset também criou móveis, cerâmicas, tapeçarias, e selos postais. Em 1894, Grasset recebeu uma  encomenda da loja de departamentos francesa La Belle Jardinière para criar doze obras de arte originais, a serem utilizadas como um calendário. Graciosas xilogravuras retratando belas moças em trajes de época e jardins que mudam com as estações do ano foram produzidas, com espaços vazios para as datas do calendário, em um portfolio de obras de arte chamado Les Mois (Os meses) pela editora Paris G. de Malherbe em 1896.


Gaspar Camps i Junyent - Alegoria del Mes de Diciembre – 1901


Gaspar Camps i Junyent (Igualada, 1874 - Barcelona 1942) foi um pintor, desenhista e ilustrador que participou do movimento artístico em voga no final do século XIX, o Art Nouveau da França e sua implementação na Catalunha, o modernismo catalão. De origem espanhola, Gaspar Camps passou a maior parte de sua carreira na França. Ele foi influenciado por Alphons Mucha , o artista checo vivendo em Paris, então no auge de sua carreira. Dada a influência de Mucha, incluindo seus cartazes artísticos, Gaspar Camps foi chamado de Mucha Catalan.


Alphonse Mucha – Décembre


Os Meses (1899): esta série de medalhões foi usada ​​para ilustrar a capa da revista Le Mois Littéraire antes de eles serem reproduzidos como cartões postais. Cada medalhão apresenta uma figura feminina posando contra um fundo natural, característico do mês representado. Alfons Maria Mucha - (Ivančice, 24 de julho de 1860 — Praga, 14 de julho de 1939) foi um pintor, ilustrador e designer gráfico checo e um dos principais expoentes do movimento Art Nouveau. Entre seus trabalhos mais conhecidos estão os cartazes para os espetáculos de Sarah Bernhardt realizados na França, de 1894 a 1900, e uma série chamada Epopéia Eslava, elaborada entre 1912 e 1930.


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sexta-feira, 27 de novembro de 2015

16 Pinturas de Lojas

James Tissot - The Shop Girl - 1883-1885 – óleo sobre tela - 101.6 x 146.1 cm - Art Gallery of Ontario, Toronto, Canada


16 Pinturas de Lojas


Gerrit Dou - The Grocery Shop - 1672


Johannes Jelgerhuis - Pieter Meijer Warnars' Bookstore on the Vijgendam in Amsterdam – 1820 – óleo sobre tela - 48 cm x 58 cm - Rijksmuseum Amsterdam


Edgar Degas - At the Milliner's - 1882 – pastel - Metropolitan Museum of Art, New York City


Edgar Degas - At the Milliner's - 1883 – pastel - 76 x 85 cm - Thyssen-Bornemisza Museum, Madrid, Spain


Vasily Sadovnikov - View of the Passazh Department Store in 1848 - 1848


Vladimir Makovsky - The Choice of Wedding Presents - 1898 – óleo sobre tela - 40.5 x 54 cm - Kharkiv Art Museum, Kharkiv, Ukraine


William James Glackens - The Shoppers - 1907 – óleo sobre tela - 152.4 x 152.4 cm


August Macke - In front of the hat shop (woman with red jacket and child) - 1913 – óleo sobre tela - 54.7 x 44.5 cm


 August Macke - The Hat Shop - 1913 - Leopold Hoesch Museum, Duren, Germany


August Macke - Fashion Store - 1914 – óleo sobre cartão – 60 x 50 cm


Ernst Ludwig Kirchner - Street Scene in front of a Barbershop - 1926 – 119 x 100 cm


Ernst Ludwig Kirchner - Store in the Rain - 1926-1927 – óleo sobre tela – 65 x 50 cm - Kirchner Museum, Davos, Switzerland


Norman Rockwell - April Fool Girl with Shopkeeper - 1948 – óleo sobre tela


James Tissot - Young Ladies Looking at Japanese Objects - 1869 – óleo sobre tela


James Tissot - Young Ladies Looking at Japanese Objects - 1869 – óleo sobre tela


quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Feliz Dia de Ação de Graças (Happy Thanksgiving)!

The First Thanksgiving at Plymouth - Jennie Augusta Brownscombe – 1914 – óleo sobre tela - Pilgrim Hall Museum, Plymouth, Massachusetts


Feliz Dia de Ação de Graças (Happy Thanksgiving)!

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Thanksgiving, ou dia de Ação de Graças, é um feriado comemorado nos Estados Unidos na quarta quinta-feira de novembro. Tem sido celebrado como um feriado federal a cada ano desde 1863, quando, durante a Guerra Civil, o presidente Abraham Lincoln proclamou um dia nacional de "Ação de Graças e de louvor ao nosso Pai beneficente que habita nos céus", a ser comemorado na última quinta-feira de Novembro. O Thanksgiving também é comemorado em outros países.

O evento que os americanos comumente chamam de "primeira ação de graças" foi comemorado pelos peregrinos em Plymouth, Massachusetts, após a sua primeira colheita no Novo Mundo em 1621. Esta festa durou três dias, e teve a participação de 90 nativos americanos (como contabilizados pelo participante Edward Winslow) e 53 peregrinos.


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segunda-feira, 13 de abril de 2015

Nova página Arteeblog no Facebook



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segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Alice Barber Stephens - “Christmas Shopping on Fifth Avenue, New York” - leia e veja mais fotos

Alice Barber Stephens - “Christmas Shopping on Fifth Avenue, New York” - 1896 – óleo sobre tela – 55,9 x 78,7 cm

Alice Barber Stephens - “Christmas Shopping on Fifth Avenue, New York” - leia e veja mais fotos


Alice Barber Stephens – “The Bear Hunter” – óleo sobre tela - 1896 

Alice Barber Stephens (1 de Julho de 1858 - 13 de Julho de 1932) foi uma pintora americana e gravadora, mais conhecida por suas ilustrações. Aos 15 anos, ela era uma estudante na Philadelphia School of Design for Women (agora Moore College of Art). Mais tarde, estudou em Paris, na Académie Julian e na Académie Colarossi. Expôs no Salão de Paris em 1887. Em 1890, casou com Charles H. Stephens (1855? -1931). Eles tiveram um filho, D. Owen Stephens (1894-1937), que também se tornou um artista.


Alice Barber Stephens – “Ladies Homes Journal” – capa de Fevereiro de 1897 

Como as oportunidades educacionais ficaram mais disponíveis no século 19, as mulheres artistas passaram a fazer parte das empresas profissionais, incluindo a fundação de suas próprias associações de arte. As obras de arte feitas por mulheres eram então consideradas inferiores, e para ajudar a superar esse estereótipo, as mulheres tornaram-se cada vez mais vocais e confiantes na promoção do trabalho feminino e assim se tornando parte da imagem que emergia da educada, moderna e mais livre "New Woman". As artistas então, desempenharam um papel crucial na representação da “New Woman”, representando este tipo emergente através de suas próprias vidas.


Alice Barber Stephens – “The Women's Life Class” - Scribner's Monthly – Setembro de 1879 

Seu trabalho apareceu regularmente em revistas como a Scribner's Monthly, Harper's Weekly e The Ladies Home Journal. Ela ilustrou livros de Nathaniel Hawthorne, George Eliot, Henry Wadsworth Longfellow e a edição de 1903 de “Little Women” de Louisa May Alcott. A carreira artística de Stephens durou 50 anos e ela também lecionou, ensinou, e julgou pintura e fotografia.


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sexta-feira, 22 de novembro de 2013

James Rosenquist - "President Elect"


James Rosenquist (1933) - "President Elect" - 1960–61/1964 -  228 x 365,8 cm - Centre Georges Pompidou, Musée National d’Art Moderne/Centre de Création Industrielle

Em homenagem aos 50 anos de falecimento do Presidente americano John F. Kennedy

A pintura Presidente Eleito (1960-61/1964) inclui um retrato de John F. Kennedy emprestado de um cartaz da campanha presidencial de 1960. Rosenquist justapôs este retrato com imagens de riqueza da classe média e do consumismo - propagandas da revista Life - a fim de dizer: "Aqui está esse cara novo que quer ser presidente dos Estados Unidos ... o que é que ele nos oferece?" Kennedy foi o primeiro candidato presidencial a utilizar plenamente os meios de comunicação em sua campanha, e a pintura é sobre "um homem anunciando a si mesmo."

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