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sexta-feira, 31 de outubro de 2025


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quarta-feira, 10 de janeiro de 2024


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quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

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segunda-feira, 18 de março de 2019

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domingo, 30 de dezembro de 2018

Feliz Ano Novo! Happy New Year!



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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Análise dos retratos de Elizabeth Taylor, de Andy Warhol

Andy Warhol – Liz #6, 1963 – tinta acrílica e tinta de serigrafia em linho – 101,6 x 101,6 cm – San Francisco Museum of Modern Art, San Francisco, CA, USA



Análise dos retratos de Elizabeth Taylor, de Andy Warhol


Andy Warhol – Liz #3, Early Colored Liz, 1963 – tinta acrílica e tinta de serigrafia em linho – 101,6 x 101,6 cm – Art Institute of Chicago, USA


Essa série de retratos da atriz extremamente bem-sucedida Elizabeth Taylor foi feito quando ela estava no auge de sua carreira. Nestes retratos, Warhol usou uma fotografia de publicidade para o filme protagonizado por Taylor, “Butterfly 8”, como base para a serigrafia. É típico do estilo pop de Warhol dos anos 1960, com blocos planos de cores vibrantes.

Warhol quis dar uma aparência de produção em massa feita de maneira mecânica em suas obras nessa época. Quando ele descobriu o processo e as implicações de trabalhar com a técnica de serigrafia, o conteúdo da produção de Warhol como pintor tornou-se inextricavelmente ligado ao processo pelo qual ele criou sua arte. Para Warhol, as imperfeições visíveis, não eram sinais de uma técnica mal executada, mas sim boas indicações de como o acaso influenciou seu trabalho. Warhol não estava atrás de um resultado de uma imagem perfeita, ele queria o imediatismo trashy de uma foto de tabloide.


Andy Warhol – Silver Liz, 1963 – tinta acrílica e tinta de serigrafia em linho – 101,6 x 101,6 cm – coleção particular


A dama Elizabeth Rosemond Taylor, DBE (27 de fevereiro de 1932 - 23 de março de 2011) foi uma atriz, empresária e humanitária britânico-americana. Ela começou sua carreira como atriz infantil no início da década de 1940 e foi uma das estrelas mais populares do cinema clássico de Hollywood a partir da década de 1950, permanecendo uma figura pública bem-sucedida pelo resto de sua vida. Liz, como era mais conhecida, foi considerada uma das mulheres mais bonitas de todos os tempos. Sua marca registrada são os traços delicados de seu rosto e seus olhos de cor azul-violeta, uma cor rara, emoldurados por sobrancelhas desenhadas e espessas, de cor negra. Ao longo de sua vida, os relacionamentos pessoais de Taylor receberam constante atenção da mídia. Ela foi casada oito vezes com sete homens, sofreu doenças graves e levou um estilo de vida “jet set”, incluindo a posse de uma das mais caras coleções privadas de joias. Foi uma celebridade cercada por intenso glamour, carinho de fãs e muito luxo. Seu talento e beleza impressionavam qualquer pessoa. Foi diva eterna dos anos de ouro do cinema norte-americano.

Andy Warhol, nascido Andrej Varhola, Jr. (Pittsburgh, 6 de agosto de 1928 — Nova Iorque, 22 de fevereiro de 1987), foi uma figura maior do movimento Pop Art. Além das serigrafias, Warhol também utilizava outras técnicas, como a colagem e o uso de materiais descartáveis, não usuais em obras de arte. As abordagens inovadoras do Ilustrador, cineasta, fotógrafo, pintor, modelo e até produtor musical Andy Warhol para fazer arte ainda influenciam a arte contemporânea e a cultura. Ele desafiou as fronteiras tradicionais entre arte e vida, arte e negócios e em todos os tipos de mídia. No processo, ele transformou a vida cotidiana em arte e a arte em uma maneira de viver o cotidiano. Obcecado com a celebridade e a cultura de consumo, Andy Warhol criou algumas das mais icônicas imagens do século 20. Ele também ficou famoso por suas frases, como: “No futuro, todos serão famosos por 15 minutos”. Algumas de suas obras mais célebres são: “32 Campbell´s Soup Can” de 1962 e retratos de Marilyn Monroe, usando a técnica de silkscreen. Ele também foi mentor dos artistas Keith Harring e Jean-Michel Basquiat. Seu estilo Pop-Art tem adeptos até os dias atuais, como Richard Prince, Takashi Murakami e Jeff Koons, entre outros.


Andy Warhol e Liz Taylor


Esse blog possui um artigo sobre gravuras, onde a técnica de silkscreen (ou serigrafia) é descrita. Para ver, clique sobre o link abaixo:



Andy Warhol – Liz #1, Early Colored Liz, 1963 – tinta acrílica e tinta de serigrafia em linho – 101,6 x 101,6 cm – coleção particular


Esse blog possui mais artigos sobre Andy Warhol. Clique sobre os links abaixo para ver:





Texto escrito e/ou traduzido e/ou adaptado ©Arteeblog - não copie esse artigo sem autorização desse blog, mas por favor o compartilhe, usando os ícones de compartilhamento para e-mail ou redes sociais. Obrigada.



terça-feira, 12 de julho de 2016

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sexta-feira, 8 de julho de 2016

Como foi feita a famosa cena de Fred Astaire dançando nas paredes em “Royal Wedding”



Como foi feita a famosa cena de Fred Astaire dançando nas paredes em “Royal Wedding”



Royal Wedding (Casamento Real) é um filme de 1951 da Metro-Goldwyn-Mayer, no gênero comédia musical, estrelado por Fred Astaire e Jane Powell, com música de Burton Lane e letras de Alan Jay Lerner. O filme foi dirigido por Stanley Donen. A história se passa em Londres, em 1947, na época do casamento da princesa Elizabeth com Philip Mountbatten, duque de Edimburgo. Astaire e Powell são irmãos em um duo de música e dança, ecoando a relação teatral da vida real de Fred e Adele Astaire. No filme, em um de seus mais conhecidos solos, Astaire dança nas paredes e tetos de seu quarto porque ele se apaixonou por uma mulher bonita, que também adora dançar.

A cena com a música "You're All the World to Me" (Você é todo o mundo para mim) foi filmada através da construção de um cenário dentro de um barril rotativo com a câmera e seu operador amarrado, podendo girar 360 graus juntamente com o quarto, enquanto Astaire dançava, permanecendo sempre na posição vertical como o quarto girando em torno dele. Então, como é que ele faz isso? O quarto no vídeo realmente gira como uma unidade, e todos os móveis foram pregados nas paredes e teto. Além disso, a câmera permanece conectada à sala de rotação, fazendo parecer como se os dançarinos estivessem desafiando a gravidade.

Veja como foi feita uma das mais espetaculares cenas de cinema, numa época em que não haviam computadores e os efeitos especiais eram feitos com enorme imaginação e engenhosidade. Clique sobre os vídeos abaixo para assistir a cena, como aparece no filme e como foi feita:





Fred Astaire (10 de Maio de 1899 - 22 de Junho de 1987) era um dançarino, cantor, ator, coreógrafo, músico e apresentador de televisão norte-americano. Sua carreira no palco, cinema e televisão abrangeu um total de 76 anos, com 31 filmes musicais, gravações e vários especiais de televisão. Como dançarino, ele é lembrado por seu senso de ritmo, seu perfeccionismo lendário, e como o parceiro de dança de Ginger Rogers, com quem co-estrelou uma série de dez musicais de Hollywood que transformaram o gênero. Recebeu inúmeros prêmios como o Oscar, Emmy Award, Golden Globe, entre outros.



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