domingo, 12 de outubro de 2014

15 Pinturas de crianças brincando

Candido Portinari - Meninos Brincando - 1955

15 Pinturas de crianças brincando

Claude and Paloma Playing - Pablo Picasso - 1950


Girl Playing with a Dog (Vivette Terrasse) - Pierre Bonnard, 1913 - óleo sobre tela - 75 x 80 cm - coleção particular


Boys Playing Dice - Bartolome Esteban Murillo - c.1670-1675


Children Playing On The Beach - Mary Cassatt - 1884


Lucia, Minerva and Europa Anguissola Playing Chess - Sofonisba Anguissola - 1555


Claude Renoir at Play Sun - Pierre-Auguste Renoir - 1905


Playing Catch (also known as Children in a Garden) - Pierre Bonnard - 1905


Playing in the Sand - Berthe Morisot - 1882


Carnation, Lily, Lily, Rose - John Singer Sargent - 1885-6


Children at the Basin - Berthe Morisot - 1886


Charles Burton Barber - Compulsory Education


Candido Portinari - Meninos no Balanço - 1960


Crianças Brincando - Heitor dos Prazeres - 1960


Marble Champion - Norman Rockwell - 1939

sábado, 11 de outubro de 2014

A arte do poeta Ferreira Gullar

Ferreira Gullar - Sem título - serigrafia - 40 x 50 cm

A arte do poeta Ferreira Gullar


Ferreira Gullar em seu atelier

Ferreira Gullar, pseudônimo de José Ribamar Ferreira (São Luís, 10 de setembro de 1930) é um poeta, crítico de arte, biógrafo, tradutor, memorialista e ensaísta brasileiro e um dos fundadores do neoconcretismo.

Ferreira Gullar - Sem título - serigrafia


Ainda criança, adorava pintar. Aos 10 anos aplicava tinta em tecidos, criando paisagens e figuras. No fim da adolescência passou a se dedicar às letras e lançou seu primeiro livro (“um Pouco Acima do Chão”) em 1949.


Ferreira Gullar - Sem título - serigrafia



Paralelamente à produção poética, Ferreira Gullar constrói uma sólida obra teórica e crítica no campo das artes visuais. Em 1959, Ferreira Gullar redigiu o Manifesto Neoconcreto sobre um dos momentos mais radicais da arte brasileira, com o apoio de Amilcar de Castro, Lygia Pape, Franz Weissmann, Lygia Clark, Theon Spanúdis e Reynaldo Jardim. Do interior do movimento neoconcreto, Gullar definiu importantes conceitos, como o de "não-objeto", e vivenciou a gênese de obras fundamentais como os Contra-relevos de Hélio Oiticica e os Casulos e Bichos de Lygia Clark.


Ferreira Gullar - Gravura 4° - serigrafia


Do mesmo ano é a Teoria do Não-Objeto, que sistematiza e sintetiza as propostas artísticas do movimento neoconcretista, como a negação da representação, o abandono da moldura e da base, a inserção da obra diretamente no espaço e o envolvimento do espectador no trabalho artístico.

Retomou a pintura na década de 1970. 
Em 9 de Outubro de 2014 se tornou membro da Academia Brasileira de Letras.


Ferreira Gullar em seu atelier 

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sexta-feira, 10 de outubro de 2014

“Composition Allégorique” - Jean Metzinger - 1929 - análise da obra

“Composition Allégorique” - Jean Metzinger - 1929

“Composition Allégorique” - Jean Metzinger - 1929 - análise da obra

Com a simplificação de formas construídas e o uso de componentes associados com o mundo industrializado em uma sociedade cada vez mais mecanizada. o estilo pós-cubista de Metzinger não necessáriamente se refere ao passado, mas ele optou por fazê-lo.
Foi a maneira do artista fundir o “transitório” com o “eterno”. Era a sua maneira, ao fazê-lo, de prestar homenagem aos velhos mestres (particularmente Ingres, mas também aos artistas do Renascimento).
As técnicas de representação de Metzinger foram efetivamente transformadas pela industrialização, algo refletindo o brilho dinâmico de “Composição Allegorique”, como parte de uma reorientação fundamental para um mundo dinâmico e mutável. A vinculação de formas geométricas elementares com beleza inerente, e a influência de uma produção industrial crescente foi pragmaticamente codificada por Jean Metzinger.
A denominação de 'avant-garde' não foi dada apenas aos fundadores do dadaísmo, purismo, De Stijl, neoplasticismo, Bauhaus, ou ao surrealismo. Metzinger também foi um inovador.


Jean Metzinger - cerca de 1912

Jean Metzinger (Nantes, 24 de junho de 1883 - Paris, 3 de novembro de 1956) foi um pintor francês. Iniciou seus estudos em pintura aos 15 anos. Nessa época, aproximou-se dos trabalhos de Ingres. Aos 17 anos mudou-se para Paris, onde freqüentou diversas academias, abandonando todas, insatisfeito. Foi influenciado pelas vanguardas históricas, assim como pelo Pontilhismo de Seurat e pelo Fauvismo. Por volta de 1910, ao conhecer Picasso e Braque, tornou-se um pintor cubista. Uma das obras que marcou o início de sua participação no movimento é Nu Cubista , exposto no Salão de Outono de 1910. Além de pintor, Metzinger foi um teórico do movimento, tendo publicado vários artigos. O mais importante foi "Do Cubismo". A partir de 1918, inclinou-se para uma espécie de classicismo, retornando às origens de sua formação.

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Mostra de cinema: Robert Wise – diretor de “A Noviça rebelde” e “Amor Sublime Amor”, entre outros - veja vídeos ao final do artigo

A Noviça Rebelde (The Sound of Music)

Mostra de cinema: Robert Wise – diretor de “A Noviça rebelde” e “Amor Sublime Amor”, entre outros - veja programação e vídeos ao final do artigo

Entre os dias 4 e 26 de outubro, o Centro Universitário Maria Antonia, em parceria com o CINUSP Paulo Emílio, recebe a mostra Robert Wise, em homenagem ao centenário do diretor norte americano. A entrada é franca (70 lugares).


Robert Wise 1914 – 2005  


Um dos diretores mais bem-sucedidos no cinema clássico de Hollywood, Robert Wise teria completado cem anos de idade no último dia 10 de setembro. Sua história de vida se mistura com o período áureo de Hollywood, e seu trabalho inclui experiências em quase todos os gêneros cinematográficos.


A Noviça Rebelde (The Sound of Music)


Ao longo de mais de cinquenta anos de carreira como diretor, Robert Wise dirigiu trinta e nove filmes e construiu uma expressiva trajetória dentro do mundo do cinema. Além de ter sido indicado ao Oscar pela montagem de Cidadão Kane e pela direção de Eu quero viver!, Wise conquistou duas vezes, simultaneamente, os prêmios da academia de melhor diretor e melhor filme pelos musicais Amor, Sublime Amor, em 1962 (com Natalie Wood e Richard Beymer), e A Noviça Rebelde, em 1966 (com Julie Andrews e Christopher Plummer).


Amor Sublime Amor (West Side Story)


A mostra é um tributo que reúne diversas obras de qualidade de um mesmo diretor, e ao mesmo tempo, também convida aqueles que ainda não conhecem o seu trabalho a apreciarem seus filmes, que ficaram imortalizados na história do cinema clássico americano.


Amor Sublime Amor (West Side Story)


Centro Universitário Maria Antonia USP – Rua Maria Antonia,  258 e 294 (quase esquina da Avenida Higienópolis), Vila Buarque, São Paulo
Tel.: (11) 3123-5200

Programação:

4/10, sábado
18h
Helena de Tróia (Estados Unidos/Itália, 1956, 118 min.)
20h30
Desafio do Além(Estados Unidos/Reino Unido, 1963, 112 min.)

5/10, domingo
18h
A maldição do Sangue da Pantera (Estados Unidos, 1944, 70 min.)
20h
O Enigma de Andrômeda (Estados Unidos, 1971, 131 min.)

12/10, domingo
16h30
A Noviça Rebelde (Estados Unidos, 1965, 174 min.)
20h
Dois na Gangorra (Estados Unidos, 1962, 119 min.)

17/10, sexta
20h30
Terrível Suspeita (Estados Unidos, 1951, 93 min.)

18/10, sábado
18h
O Dirigível de Hindenburg (Estados Unidos, 1975, 125 min.)
20h30
Um Homem e dez Destinos (Estados Unidos, 1954, 104 min.)

19/10, domingo
18h
Marcados pela Sarjeta (Estados Unidos, 1956, 113 min.)
20h30
Punhos de Campeão (Estados Unidos, 1949, 73 min.)

24/10, sexta
20h30
Ratos do Deserto (Estados Unidos, 1953, 88 min.)

25/10, sábado
16h30
O Canhoeiro do Yang-Tsé (Estados Unidos, 1966, 182 min.)
20h
O Mar é o nosso Túmulo (Estados Unidos, 1958, 93 min.)

26/10, domingo
18h
O Dia em que a Terra Parou (Estados Unidos, 1951, 92 min.)
20h
Jornada nas Estrelas: o Filme (Estados Unidos, 1979, 132 min.)


*Todos os filmes tem a direção de Robert Wise

Assista os vídeos:





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quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Ballet e Arte: Marc Chagall - Aleko and His Wife Zemphira From an Old Russian Tale - 1955

Marc Chagall - Aleko and His Wife Zemphira From an Old Russian Tale - 1955


Ballet e Arte: Marc Chagall - Aleko and His Wife Zemphira From an Old Russian Tale - 1955


Esta cena encantadora de luar retrata Aleko e sua esposa, Zemphira de um antigo conto russo de amor. Chagall, contratado para ilustrar e criar cenários para o balé de Aleko, usa a emoção, a paixão e a emoção da história para inspirar este trabalho. Nela, ele abraça sua mulher sob a luz de uma lua brilhante, as profundas, ricas tonalidades de azul da meia-noite são aumentadas pelo galo vermelho brilhante, usado para significar virilidade e re-nascimento. A história segue Aleko, um velho e cansado marido que é dedicado a sua jovem esposa, infeliz. Nós o seguimos através de uma viagem em que o amor verdadeiro é revelado e explicado a ele, seus valores desafiados, sua moral questionada. É um conto reminiscente de uma tragédia de Shakespeare que Chagall usa como uma base sobre a qual cria um trabalho igualmente rico e inspirador


Marc Chagall - figurinos de ciganos para o ballet Aleko e Zemphira



Marc Chagall - figurino de Zemphira para o ballet Aleko e Zemphira


Esse Ballet é de 1942, produzido em Nova York (com estreia na Cidade do México) e com coreografia de Léonide Massine. Chagall deixou Paris para morar nos Estados Unidos em 1941, e no ano seguinte o coreógrafo Léonide Massine pediu ao artista para projetar um novo ballet baseado no poema "Os Ciganos" de Aleksandr Pushkin de 1824. Um admirador de Pushkin, Chagall estava ansioso para trabalhar neste balé russo-temático, que conta a história de Aleko, um jovem que se apaixona pela cigana Zemphira, mas a assassina no final.


Marc Chagall - figurino de cigana para o ballet Aleko e Zemphira



Marc Chagall - figurinos de banhistas e camponeses para o ballet Aleko e Zemphira


Estes projetos para quatro cenários cênicos do balé podem ser lidos como um léxico de motivos pictóricos de Chagall: amantes e animais pairam contra fundos ricamente saturados, com vestígios de aldeias muito abaixo. Enquanto muitos designers de teatro deixam a execução de seus planos para pintores profissionais de palco, Chagall foi envolvido na pintura à mão dos cenários finais.


Marc Chagall - figurino de Zemphira para o ballet Aleko e Zemphira


Marc Chagall - cenário de carnaval para o ballet Aleko e Zemphira


Aparentemente esse bale foi baseado no poema "Os Ciganos" de Alexander Pushkin. A música original feita para ópera Aleko é a primeira das três óperas completas de Sergei Rachmaninoff. Mas a musica para o ballet foi composta por Pyotr Ilich Tchaikovsky


Marc Chagall - cenário de luar para o ballet Aleko e Zemphira


Marc Chagall - figurino de Zemphira para o ballet Aleko e Zemphira


O resumo da história: Um grupo de ciganos armou suas tendas para passar a noite na margem de um rio. Debaixo de uma lua pálida, eles acendem fogueiras, preparam uma refeição e cantam a liberdade de sua existência nômade. Um velho cigano conta uma história. Há muito tempo, ele amou Mariula que o abandonou por outro homem, deixando para trás Zemfira, sua filha. Zemfira está agora crescida, tem o seu próprio filho, e vive com Aleko, um russo que abandonou a civilização para a vida cigana. Ouvindo essa história, Aleko está indignado que o pai de Zemfira não tomou vingança sobre Mariula. Mas Zemfira discorda. Para ela, como para a mãe, o amor é livre, e ela mesma já cansada da possessividade de Aleko, agora ama um cigano jovem, um do seu próprio povo. Depois de danças para as mulheres e os homens, os ciganos se preparam para dormir. Zemfira aparece com seu jovem amante, a quem ela beija apaixonadamente antes de desaparecer na sua própria tenda para cuidar de seu filho. Aleko entra e Zemfira zomba dele, cantando sobre seu selvagem amante. Sozinho, Aleko lamenta sobre a catástrofe de sua relação com Zemfira e o fracasso de sua tentativa de fugir do mundo comum. No amanhecer, ele surpreende Zemfira e seu amante juntos. Em um tormento de ciúme ele mata os dois. Todos os ciganos se reúnem, perturbados pelo ruído. Liderados pelo pai de Zemfira, eles poupam a vida de Aleko mas o expulsam do convívio deles para sempre.



Marc Chagall - figurino do pai de Zemphira para o ballet Aleko e Zemphira


Marc Chagall - cenário da cena de vingança para o ballet Aleko e Zemphira


Marc Chagall - cenário da cena final para o ballet Aleko e Zemphira

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terça-feira, 7 de outubro de 2014

A história da obra de arte: O Rapto de Proserpina de GianLorenzo Bernini


A história da obra de arte: O Rapto de Proserpina de GianLorenzo Bernini (1621-1622)

O Rapto de Proserpina é uma escultura em mármore de GianLorenzo Bernini (1598-1680), Bernini é considerado um dos maiores artistas do século XVII, tendo seu trabalho quase todo centrado na cidade de Roma. A obra encontra-se na Galleria Borghese, em Roma.





O mito romano do rapto de Proserpina por Plutão é uma lenda que também aparece na cultura grega, onde Plutão se chama Hades e Proserpina é Perséfone, que encantou o obscuro deus com sua beleza, filha da deusa das colheitas Deméter. Ela é então raptada e levada para as profundezas da Terra, deixando sua mãe enfurecida. O rapto fez com que Deméter castigasse o mundo, arrasando com as plantações, entregando o mundo ao caos e à fome. Conta-se que Perséfone não podia comer nada que lhe fosse oferecido ou ela nunca mais voltaria para casa. Enquanto Zeus tentava convencer Plutão a liberar a moça, Perséfone comeu algumas sementes de romã, selando o seu destino. Assim, ela se viu obrigada a casar com Plutão, o que deixou Deméter ainda mais furiosa.






Zeus teria então interferido. Perséfone passaria metade do ano com o marido e a outra metade com a mãe. Dessa maneira, Deméter aceitou e assim os gregos explicavam as épocas do ano. Quando era verão e primavera, sua filha estava ao seu lado. No inverno e no outono, épocas frias, sem colheitas, Perséfone estava com o marido.

Gian Lorenzo Bernini (Nápoles, 7 de dezembro de 1598 – Roma, 28 de novembro de 1680) foi um eminente artista do barroco italiano, trabalhando principalmente na cidade de Roma. Distinguiu-se como escultor e arquiteto, além de pintor, desenhista e cenógrafo. Esculpiu numerosas obras de arte presentes até os dias atuais em Roma e no Vaticano. Gian Lorenzo Bernini nasceu em Nápoles, filho de Pietro Bernini, escultor maneirista. Acompanhou seu pai a Roma, onde suas precoces habilidades de prodígio logo foram notadas pelo pintor Annibale Carracci e pelo Papa Paulo V. Seus primeiros trabalhos foram inspirados em esculturas helenistas e romanas, que estudou em detalhe. Virtuosismo e imitação do mundo eram os dotes do escultor, mas foi o gênero de retratos ou bustos que fez sua fortuna. Por toda sua vida retratou papas, reis, nobres, personagens mais importantes e influentes de seu tempo.




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segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Hollywood Costume - exposição de figurinos de filmes em Los Angeles

Caçadores da Arca Perdida, 1981 - reprodução 20th Century Fox


Hollywood Costume - exposição de figurinos de filmes - em Los Angeles


Mary Poppins, 1964 - reprodução 20th Century Fox


 A exposição multimídia Hollywood Costume, (no histórico Edifício Wilshire May Company, a futura sede do Academy of Motion Pictures Museum no Wilshire Boulevard e Fairfax Avenue, em Los Angeles), foi organizada pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas e o Victoria and Albert Museum de Londres, (onde foi exposta em 2012)



Moulin Rouge - reprodução 20th Century Fox



Shakespeare Apaixonado, 1998 - reprodução 20th Century Fox


Com mais de 150 figurinos e entre eles, 58 levaram algum Oscar, sendo 25 pelo figurino. As roupas são combinadas com citações e entrevistas em vídeo com designers, atores e diretores como Alfred Hitchcock, Martin Scorsese, Tim Burton e Quentin Tarantino.


Star Wars, Episode VI, Return of the Jedi - Kill Bill, Vol. 1 - Dick Tracy - Bonnie and Clyde



Titanic, 1997 - reprodução 20th Century Fox


Esta exposição explora o papel central dos Figurinos, do glamouroso ao muito sutil, como uma ferramenta essencial de narrativa cinematográfica. A exposição reúne os figurinos mais icônicos do mundo do cinema, da Era de Ouro até o presente.



Marie Antoinette, Dangerous Liasons, Shakespeare In Love, Elizabeth 1 - foto Richard Harbaugh, AMPAS


Avatar - reprodução 20th Century Fox


Esta exposição inovadora leva os visitantes a uma viagem não-cronológica por quatro galerias que contam a história de figurino desde Charlie Chaplin (The Tramp, 1912) até Man ​​of Steel (James Acheson e Michael Wilkinson, 2013). Hollywood Costume inclui montagens, animação, clipes de filmes e projeções, apoiadas por uma música especialmente composta para o evento, pelo compositor britânico Julian Scott.


Charles Chaplin - The Tramp



Kill Bill, Vol. 1 - reprodução Miramax


Hollywood Costume tem curadoria de Deborah Nadoolman Landis, figurinista indicada ao Oscar®. A exposição é acompanhada por uma completa gama de programas relacionados com a exposição, incluindo projeções, debates com os estilistas, e programas educacionais.


The Wizard of Oz - reprodução Warner Bros.


Até 2 de Março de 2015
The Wilshire May Company Building - 6067 Wilshire Boulevard, esquina das Avenidas Wilshire e Fairfax, Los Angeles 90036
Tel.: 310-247-3049

Assista os vídeos:

http://youtu.be/xMn10gg6Ieg




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quinta-feira, 2 de outubro de 2014

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Ilustração do mês de Outubro: "La Belle Jardinière – Octobre" - Eugène Grasset

Ilustração do mês de Outubro: "La Belle Jardinière – Octobre" - Eugène Grasset - 1896


O artista gráfico suiço Eugène Samuel Grasset (1845-1917) foi uma das principais figuras do movimento Art Nouveau em Paris. Mais conhecido por seus cartazes emblemáticos e suas contribuições para design gráfico - um itálico que ele criou, em 1898, ainda é usado por designers de todo o mundo - Grasset também criou móveis, cerâmicas, tapeçarias, e selos postais. Em 1894, Grasset recebeu uma  encomenda da loja de departamentos francesa La Belle Jardinière para criar doze obras de arte originais, a serem utilizadas como um calendário. Graciosas xilogravuras retratando belas moças em trajes de época e jardins que mudam com as estações do ano foram produzidas, com espaços vazios para as datas do calendário, em um portfolio de obras de arte chamado Les Mois (Os meses) pela editora Paris G. de Malherbe em 1896.

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