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domingo, 12 de julho de 2015

18 Pinturas de Hora do Chá

Le Goûter (Tea Time) - Jean Metzinger – 1911 - Philadelphia Museum of Art


18 Pinturas de Hora do Chá


Le Goûter (Tea Time) - Jean Metzinger – 1911
Esta pintura foi exibida em Paris, no Salon d'Automne de 1911, no Salon de la Section d'Or de 1912, e reproduzida no Du Cubisme, de Jean Metzinger e Albert Gleizes, em 1912. No ano seguinte, foi reproduzida em Les Peintres Cubistes de Guillaume Apollinaire. A pintura também foi publicada em Cubistas e Pós-impressionismo de Arthur Jerome Eddy (1914, 1919), apelidada “A provadora”. André Salmon apelidou esta pintura "La Joconde du Cubisme" (La Joconde Cubiste), A Mona Lisa do cubismo (Mona Lisa com uma colher de chá). "Tea Time" era muito mais famosa do que qualquer pintura que Picasso e Braque tinham feito até este momento, porque Picasso e Braque, por não se apresentarem nos Salons, retiraram-se do público. Para a maioria das pessoas, a ideia do cubismo estava realmente associada com um artista como Metzinger, muito mais do que com Picasso.


The Cup of Tea - Andre Derain – 1935 – óleo sobre tela - 92 x 74 cm - Musée National d'Art Moderne, Centre Georges Pompidou, Paris, France


Lady at the Tea Table - Lilla Cabot Perry – 1905


William McGregor Paxton – Tea Leaves – 1909 - óleo sobre tela - 91.6 x 71.9 cm – The Metropolitan Museum of Art

Em um salão sem janelas permeado por uma luz suave, uma atmosfera de sonho, e os sons do silêncio, duas mulheres elegantes passam o tempo fazendo muito pouco ou nada. Paxton aponta para uma narrativa, mas ele pede que o espectador a invente, recapitulando a ambiguidade das pinturas de Vermeer, que ele admirava. Paxton frequentemente retratava mulheres refinadas, esposas de seus clientes e suas filhas, em interiores bonitos em Boston, do tipo que elas, como guardiãs da cultura, teriam decorado e ocupado. Ao equiparar as mulheres com os objetos estéticos preciosos que as cercam, Paxton ecoa o espírito do romancista Henry James, que retratou mulheres como objetos colecionáveis em The American (1877) e Retrato de uma Senhora (1881). As obras de Paxton também concordam com os pronunciamentos do sociólogo Thorstein Veblen, que observou em sua Teoria da Classe Ociosa (1899) que o "lazer conspícuo" de uma mulher sinaliza a riqueza de seu pai ou marido.


The Tea - Pierre Bonnard – 1916 – óleo sobre tela


Herb Tea - Janet Fish – 1995

Janet Fish (18 de maio de 1938) é uma artista americana contemporânea. Ela pinta naturezas mortas em estilo realista, com a luz saltando para fora de superfícies reflexivas, como filme plástico contendo objetos sólidos e copos vazios ou parcialmente cheios. Suas pinturas estão na coleção de muitos museus.


The Cup of Tea - Pierre-Auguste Renoir - c.1906-1907 – óleo sobre tela


Shinagawa - Hot Tea - Keisai Eisen – 1845 – estilo: Ukiyo-e

Ukiyo-e, ukiyo-ye ou ukiyo-ê (浮世絵, "retratos do mundo flutuante", em sentido literal), vulgarmente também conhecido como estampa japonesa, é um gênero de xilogravura e pintura que prosperou no Japão entre os séculos XVII e XIX. Destinava-se inicialmente ao consumo pela classe mercante do período Edo (1603 – 1867). Entre as mais populares temáticas abordadas, estão a beleza feminina, o teatro kabuki, os lutadores de sumô, cenas históricas e lendas populares, cenas de viagem e paisagens, fauna e flora.


Tea in the Garden - Henri Matisse – 1919 – óleo sobre tela - 140.3 x 211.5 cm - Los Angeles County Museum of Art, Los Angeles, CA, USA


Arrangement in Pink and Gray (Afternoon Tea) - Edmund Charles Tarbell - c.1894 – óleo sobre tela - Worcester Art Museum, Worcester, Massachusetts, USA


The Tea Cup - Jackson Pollock – 1946 – óleo sobre tela – 40 x 28 cm - Collection Frieder Burda, Baden Baden


The Tea Set - Claude Monet - 1872


Tea Time - James Tissot - 1872 – óleo sobre tela - 66 x 47.9 cm – The Metropolitan Museum of Art, New York

Quando o francês Tissot mudou para Londres em 1871, ele mergulhou na cena local, com trabalhos para a revista Vanity Fair e pinturas de gênero com o rio Tamisa como pano de fundo. O chá é uma repetição da parte esquerda de uma de suas cenas mais famosas de Londres, Bad News (Museu Nacional do País de Gales, Cardiff), que mostra um capitão e sua namorada absorvendo a notícia de sua partida iminente, enquanto uma companheira prepara chá.


James Tissot – Bad News – 1872 – óleo sobre tela - 68.6 × 91.4 cm - National Museum Cardiff

Bad News mostra a Pool of London através das janelas da taberna, enquanto Tea exibe a densa paisagem urbana de Londres além desse trecho do rio. Amigo de Tissot, Edgar Degas possuia um estudo a lápis para esta imagem.


The tea - Federico Zandomeneghi - 1890-1893 – pastel sobre papel


The Terre-Cuite Tea Set (aka French Tea Garden) - Childe Hassam – 1910 – óleo sobre tela


 The Cup of Tea - Mary Cassatt - c.1879 – óleo sobre tela - Leeds City Art Gallery

A irmã de Mary Cassatt, Lydia, foi muito importante em sua vida. Como nenhuma delas tomou a decisão de casar, elas viveram juntas na França até a morte de Lydia em 1882. Mary usou Lydia como modelo em muitas de suas pinturas, como em The Cup of Tea. Esta pintura é mais uma pintura de gênero do que um retrato, uma vez que representa um costume social que Cassatt revisitou muitas vezes em suas pinturas: tomar uma xícara de chá. Pintada em uma maneira impressionista, muitos críticos de arte viram a pintura como inacabada, porque Cassatt deixou pequenas porções periféricas da tela sem pintura.


The Tea - Mary Cassatt - 1879-1880 – óleo sobre tela - 92.7 x 64.77 cm


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