Mostrando postagens com marcador New York. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador New York. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Sargent: Retratos de Artistas e Amigos

John Singer Sargent – auto-retrato – 1886 – óleo sobre tela - 34.5 × 29.7 cm - Aberdeen Art Gallery and Museums Collections, United Kingdom


Sargent: Retratos de Artistas e Amigos 


John Singer Sargent – Auguste Rodin – 1884 – óleo sobre tela – 73 x 54 cm - Musée Rodin, Paris 


Ao longo de sua carreira, o celebrado  pintor americano John Singer Sargent (1856-1925) criou retratos excepcionais de artistas, escritores, atores, dançarinos e músicos, muitos dos quais eram seus amigos mais próximos. Como um grupo, esses retratos (muitos deles não foram encomendados), são muitas vezes íntimos, espirituosos, idiossincráticos e mais experimentais do que seus retratos formais. São obras de arte brilhantes, penetrantes estudos de personagens e também são registros de relacionamentos, influências, aspirações e fidelidades. Sargent foi o principal retratista americano do século XIX e início do século XX.


John Singer Sargent - Robert Louis Stevenson and His Wife – 1885 – óleo sobre tela - 51.4 × 61.6 cm - Crystal Bridges Museum of American Art, Bentonville, Arkansas


John Singer Sargent - The Fountain, Villa Torlonia, Frascati, Italy – 1907 – óleo sobre tela - 71.4 × 56.5 cm - The Art Institute of Chicago, Friends of American Art Collection (retrato do casal de artistas Wilfrid e Jane Emmet de Glehn)


A exposição reúne noventa e duas pinturas e desenhos de membros do impressionante círculo artístico de Sargent. Os indivíduos vistos através dos olhos do artista representam uma gama de figuras de destaque nas artes criativas da época, tais como os artistas Claude Monet e Auguste Rodin, os escritores Robert Louis Stevenson e Henry James, e o ator Ellen Terry, entre outros. A exposição apresenta alguns dos mais célebres retratos de Sargent de corpo inteiro (Dr. Pozzi em casa, Hammer Museum), suas deslumbrantes pinturas criadas na zona rural italiana (Grupo com guarda-sóis - Siesta, coleção particular), e aquarelas brilhantes (No Generalife, The Metropolitan Museum of Art) ao lado de esboços de retratos de seus amigos íntimos menos conhecidos. A exposição explora as amizades entre Sargent e seus modelos artísticos, bem como a importância destas relações para sua vida e arte.


John Singer Sargent - Dr. Pozzi at Home – 1881 – óleo sobre tela - 201.6 × 102.2 cm - Hammer Museum, Los Angeles


Sargent, sentado no centro, na festa de um artista, em New York, c. 1888 © Private collection

Sargent era extremamente social e saía todas as noites. Sua vida social girava em torno de arte, música, e teatro, e ele estava profundamente engajado na cultura de seu tempo, sempre aberto a novas influências, e capaz de nutrir amizades com aqueles que ele admirava. Suas diversas amizades o vinculam com a vanguarda dos movimentos contemporâneos nas artes. Curiosamente, amigos, muitas vezes descreviam a personalidade de Sargent como tímida, nervosa e inábil. Sargent era cosmopolita e fluente em Inglês, Francês, Espanhol e Italiano, e falava um pouco de Alemão, mas se expressava através de sua arte.

John Singer Sargent – Claude Monet – 1887 – óleo sobre tela – 40,6 x 33 cm - National Academy Museum, New York 


John Singer Sargent - Claude Monet Painting by the Edge of a Wood – 1885 – óleo sobre tela – 54 x 64,8 cm - Tate

Sargent cultivou e manteve amizades que foram essenciais para a sua arte, nutrindo sua criatividade e fornecendo inspiração, e elas foram cruciais para o desenvolvimento de sua carreira ao longo de sua vida. Sargent constantemente expandiu o seu círculo de colaboradores, permanecendo dedicado aos amigos ao longo da vida. Por exemplo, era comum Sargent manter relações sociais com clientes, anos depois de ter concluído os seus retratos. Sua rede de amigos tornou possível alcançar o sucesso em ambos os lados do Atlântico.


John Singer Sargent - Ellen Terry as Lady Macbeth – 1889 – óleo sobre tela - 221 × 114.3 cm – Tate


John Singer Sargent - La Carmencita dancing – 1890 – óleo sobre tela - 137.2 x 88.9 cm – coleção particular


John Singer Sargent (Florença, 12 de janeiro de 1856 — Londres, 14 de abril de 1925) foi um dos retratistas mais procurados e prolíficos da alta sociedade internacional. Um americano expatriado, John Singer Sargent pintou com elegância o mundo cosmopolita, ao qual pertencia. Nascido de pais americanos que residiam na Itália, Sargent passou sua vida adulta em Paris, movendo-se para Londres em meados de 1880. O artista viajava com freqüência, e foi durante essas viagens que ele experimentou mais extensivamente com pintura en plein air, ou ao ar livre. Tornou-se um dos maiores retratistas e muralistas de seu tempo. Com a maestria técnica e a engenhosidade de seus trabalhos, retratou brilhantemente seus modelos, enfocando-lhes o refinamento aristocrático e a altivez.


John Singer Sargent - Henry James – 1913 – óleo sobre tela - 85.1 × 67.3 cm - National Portrait Gallery, London


John Singer Sargent - W. B. Yeats – 1908 – carvão sobre papel – 62,2 x 47 cm - Private Collector, Cambridge, MA

De 30 de Junho a 4 de Outubro de 2015
The Metropolitan Museum of Art, New York
1000 Fifth Avenue (at 82nd Street), New York, NY 10028 
Informações: 212-535-7710 (TTY: 212-650-2921)


John Singer Sargent - Garden Study of the Vickers Children – 1884 – óleo sobre tela - 137.6 × 91.4 cm - Flint Institute of Arts


John Singer Sargent - Madame X (Madame Pierre Gautreau) – 1883-84 – óleo sobre tela - The Metropolitan Museum of Art 

 Esse blog possui um artigo sobre a tela "Madame X" de John Singer Sargent. Clique sobre o link abaixo para ver:



John Singer Sargent - Group with Parasols (Siesta) – 1904 – óleo sobre tela - 56.8 × 72.5 cm – coleção particular (pintura de Peter Harrison e seu irmão Ginx Harrison com duas mulheres, possivelmente Dos Palmer e Lillian Mellor)

Texto escrito e/ou traduzido e/ou adaptado ©Arteeblog - não copie esse artigo sem autorização desse blog, mas compartilhe usando os ícones de compartilhamento para e-mail ou redes sociais.



segunda-feira, 18 de maio de 2015

Vincent Van Gogh: Irises and Roses - com vídeo



Vincent Van Gogh: Irises and Roses com vídeo

Vincent van Gogh (1853-1890) terminou seu trabalho em Provence com buquês exuberantes de flores da primavera (dois de lírios e dois de rosas, em formas e esquemas de cores contrastantes) em que ele procurou transmitir "calma e ardor incessante"para seu "último toque do pincel”. Pintados na véspera da sua saída do asilo em Saint-Rémy e concebidos como uma série ou conjunto, no mesmo nível da série de girassóis pintada anteriormente em Arles. Há 125 anos Van Gogh anunciou a seu irmão Theo, em Maio de 1890, que ele estava trabalhando nestes "grandes buquês".


 Vincent van Gogh – “Irises” – 1890 – óleo sobre tela - 92.7 × 73.9 cm - Van Gogh Museum, Amsterdam (Vincent van Gogh Foundation)


Vincent van Gogh – “Irises” – 1890 – óleo sobre tela - 73.7 x 92.1 cm - The Metropolitan Museum of Art, New York


Um ano havia se passado desde que ele fugiu de Arles em Maio de 1889, para se refugiar no asilo, nas proximidades de Saint-Rémy, e sua libertação da vida institucional estava à vista. Ele tinha acabado de se recuperar do último ataque de doença mental (diagnosticada pelos médicos como uma forma de epilepsia). Van Gogh saiu do hospital em 16 de Maio de 1890, com renovada confiança em seu trabalho dos últimos dias, uma "revelação de cor." Deixadas para trás para secar, as pinturas foram enviadas a ele em Auvers, chegando no final de Junho, um mês antes dele morrer. Elas foram dispersas logo depois e não foram vistas juntas desde então.


Vincent van Gogh – “Roses” – 1890 – óleo sobre tela - 93 × 74 cm - The Metropolitan Museum of Art, New York


 Vincent van Gogh – “Roses” – 1890 – óleo sobre tela - 71 × 90 cm - The National Gallery of Art, Washington, D.C


As quatro obras estiveram em exposição no The Metropolitan Museum of Art em New York em 2015. Esta exposição reuniu as quatro pinturas, pela primeira vez desde a morte do artista e foi programada para coincidir com o desabrochar das flores que capturaram sua atenção.
Essas pinturas em conjunto apresentam um quadro mais completo, por assim dizer, da genialidade de Van Gogh. Elas encapsulam o que foi fundamental para o seu pensamento artístico e prática de trabalho, enquanto apontam para a "simplicidade da cor brilhante" e "...pintar de tal forma que... todo mundo que tem olhos possa entender". Este quarteto tem mais uma distinção: era uma conclusão para seus esforços em curso, para extrair o potencial expressivo de seus meios, em sucessivas séries de obras e como parte de um todo maior, que ele imaginou poder formar uma espécie de conjunto: “Impressões de Provence”.


Assista o vídeo da exposição:



Texto escrito e/ou traduzido e/ou adaptado ©Arteeblog - não copie esse artigo sem autorização desse blog, mas compartilhe usando os ícones de compartilhamento para e-mail ou redes sociais.


sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Retrospectiva 2014 - Colors of the Universe – Esculturas Chinesas em Pedras, da Dinastia Qing (1644-1911) - exposição em New York – 25 de Novembro de 2014

Romãs – ágata – 11,4 x 19,1 cm

Retrospectiva 2014 - Colors of the Universe – Esculturas Chinesas em Pedras, da Dinastia Qing (1644-1911) - exposição em New York – 25 de Novembro de 2014

Exposição até 8 de Março de 2015 - veja mais peças e texto em:





terça-feira, 25 de novembro de 2014

Colors of the Universe – Esculturas Chinesas em Pedras, da Dinastia Qing (1644-1911) - exposição em New York



Colors of the Universe – Esculturas Chinesas em Pedras, da Dinastia Qing (1644-1911) - exposição em New York


Biombo de mesa com cena de paisagem – jade – 17,3 cm de diâmetro


Mão de Buda – jade (nefrita) – 16,2 x6,5 x 5,9 cm



A escultura em pedra é uma das artes mais antigas da China. Além do jade, o mineral, que possuia a mais alta estima, todas as pedras que pudessem obter um brilho após o polimento, sejam elas ágata, turquesa, malaquita, calcedônia, quartzo, jaspe, ou lápis-lazúli, também eram apreciadas. A escultura em pedra experimentou um desenvolvimento durante a dinastia Qing (1644-1911), quando uma abundante oferta de matérias-primas, artesãos excepcionalmente talentosos, e, principalmente patrocínio imperial, contribuíram para a criação de numerosas obras magníficas.


Cavalo Carregando Livros – jade (nefrita) – 11,6 x 10,4 x 5,3 cm


Vaso com Romã – quartzo rosa – 11,7 cm de altura


As esculturas de pedra do período Qing podem ser agrupadas em três categorias: adornos pessoais, tais como anéis, pulseiras e pingentes; artigos de uso diário, como porta-escovas e potes de água; e bibelôs, tais como cópias de antiguidades, montanhas em miniatura, animais e figuras humanas. As esculturas também podem ser classificadas pelo seu estilo decorativo: arcaico ou clássico, ou seja, as suas formas eram derivadas de vasos rituais antigos; "ocidental", que teve a influência da arte contemporânea Mughal do norte da Índia; e nova ou moderna, o que significa novas formas e desenhos criados durante a dinastia Qing.


Vaso com Design Floral – cornalina com ágata branca – 11,4 x 19,1 cm


Romãs – ágata – 11,4 x 19,1 cm


Um tema decorativo comum, especialmente entre as obras do novo estilo, foi o uso de rebuses (representações de palavras ou letras), que são símbolos associados a significados auspiciosos, para transmitir votos de prosperidade, longevidade, boa sorte, perpetuação de uma linha de família, ou o sucesso acadêmico. A tradição começou cedo, mas manteve-se em grande parte na cultura popular até os séculos XVI e XVII, quando mudanças sociais significativas e maior patrocínio imperial ajudaram a elevar o rebus à alta arte da corte.


Amendoins e Tâmaras – calcedônia – 2,9 cm de altura


Vaso com Bambu e Ameixeira – calcedonia – 14,6 cm de altura


Homem sentado em uma Gruta – lápis lázuli – 18,1 x 25,4 cm


Ornamento com Paisagem e Figuras – âmbar – 10,2 x 19,7 cm


Jarra com Melões e Borboleta – ametista – 7 x 7,3 x 10,8 cm

Até 8 de Março de 2015
The Metropolitan Museum of Art (MET)
1000 Fifth Avenue - New York, NY  10028-0198
Phone: 212-535-7710


Recipiente coberto na forma de um pássaro – cristal de rocha -  7.6 cm x 12.1 cm x 6.4 cm

Texto escrito e/ou traduzido e/ou adaptado ©Arteeblog - não copie esse artigo sem autorização desse blog, mas compartilhe usando os ícones de compartilhamento para e-mail ou redes sociais.


terça-feira, 9 de setembro de 2014

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Desfile Diane Von Furstenberg - primavera/verão 2015 @ NYFW - assista o espetacular vídeo do desfile!


Desfile Diane Von Furstenberg - primavera/verão 2015 @ NYFW (New York Fashion Week)

    
    

Assista o vídeo desse desfile espetacular! Design & Muito Mais amou os trajes, as modelos sorridentes (inclusive a brasileira Isabeli Fontana), tudo! E não perca a entrada da Diane Von Furstenberg ao final, dançando e cantando: